quarta-feira, 19 de julho de 2017

NOVELA CANDIDATURA DE JUSTINO DELGADO: INSULTOS DO MUSICO NAO DEMOVERAM OS CRITICOS.

Mindjeris kuma JUSTINO DELGADO, ca pudi pensa sedu candidato ibata coba mal publicamente. Kuma si i bim sedu Presidente eka sibu kuma ku ina fassi. Utru kuma nada nam JUSTINO DELGADO va sibi, kuma kila na cunfundi canta pa DJINTYS na comicio ku tene fama. Utru kuma JUSTINO DELGADO nim presidente di BUBAQUE IKA PUDI SEDU.
PARSIN HOMI PANTA DJINTYS, MA KILAS CA MEDI DEH.
NIONA AGUARDA NOVAS VENAS.

Bissiadur di FACEBOOK

PARADOXO DE BOTCHE CANDE: EM MARCO PRECISAVA APENAS DE AUTORIZACAO DO JOMAV PARA FAZER LEAO DE LESTE ENTRAR NA SEDE DO PAIGC, HOJE TRANSFERE QUEM NAO PROTEGE O PAIGC DAS AMEACAS . JOMAV TE PA BU NA IABRI UDJU INA ODJA CAMBANSA CAMBA BADJA

Kila cabu tene duvidas...

BOA GOVERNACAO DE JOMAV: SISSOKO FEZ VISITA PRIVADA E LEVOU QUATRO MEMBROS DO GOVERNO E DOIS CONSELJEIROS EQUIPARADOS A MINISTRO DE ESTADO

Foi recebido pelo Embaixador, HELDER HELDER VAZ, VISITOU BRUXELAS, DEU ENTREVISTAS E REUNIU COM A COMUNIDADE GUINEENSE EM PORTUGAL. DEPOIS DE TUDO ISSO, JOMAV NAO SO FALA EM BOA GOVERNACAO E AS PATETICAS AFIRMAVOES DE DINHEIRO DO ESTADO NOS COFRES DO ESTADO, ELE JOMAV QUER QUE ACREDITEMOS QUE A DESLOCACAO DE SISSOKO A PORTUGAL EH VISITA PRIVADA.
TU ES BURRO E ES REFEM SE BURROS. MANTENHA ALI PRECO ATE QUANDO SEUS TE LIBERTAR, PORQUE COM OS TEUA PES OU A TUA BOVA, NUNCA MAIS SAIS DAS MAOS DESTES. SISSOKO VISITOU PORTUGAL E COMO NAO TINHA ISTO PREVISTO, NAO FOI RECEBIDO, ESSA EH QUE EH VERDADE.

terça-feira, 18 de julho de 2017

O músico Justino Delgado, manda para filhos de putas a todos aqueles que acham que não tem 'moral' para se candidatar a Presidente da República. Visitem a página facebook dele. Disse que para a próxima vez vai chamar nomes das pessoas. Deixou garantias de que vai manter como candidato.

Ah ikila déh. Nô torna terra terra di santchus pabia di JOMAV, tudu kil ku alguim falau tornal. El ku manda ami nfala dia ku mpanha JOMAV, na mitil pé na cadera.

"SOMOS RACISTAS VOLTA PARA A TUA TERRA"


Fernanda Câncio

Pode o país que dá nacionalidade a descendentes de judeus expulsos há 500 anos e institui quotas para mulheres negar a necessidade de políticas específicas para afrodescendentes?

Portugal é europeu e branco, quer gostem quer não gostem, e não há mal nenhum nisso tal como não há em os países africanos serem dos negros. Cada um fique na sua terra ou numa cultura semelhante e acabam-se logo os problemas e esta treta do racismo que só serve para alimentar um sistema de vitimização." (Adolfo Dias)

 "O preto é o maior racista, gosta de se sentir vítima de tudo." (António Loureiro)

 "Portugal devia tratar os africanos da mesma forma que estes tratam os portugueses. Acreditem, viveriam muito menos pretos no nosso país, e já não se levantavam estes "problemas" rácicos inventados pelos pretos." (Alberto Pablo)


"Rumaram ao país por sua vontade ou vontade dos pais, fazem parte de um grupo em explosão demográfica (...) e agora lutam por quotas na forma de leis que discriminam o grupo étnico base, grupo esse que está em declínio demográfico. Isto é genocídio (...) Estes assassinos até os livros de história querem mudar (...)" (Henrique Vila)

 

"Parece-me que já chega desta palhaçada de se aproveitarem dos brancos, tentando-os [sic] se sentir culpados por algo que [sic] não têm culpa, se querem obter mais cargos, estudem ou obtenham-no por mérito, não com estes jogos sujos." (Rúben Gouveia)

 

"Sendo certo que haja situações desagradáveis, injustas... Se estão mal, por que não se vão embora?" (Miguel Martel Lima)

 

"Se há Racismos há uma coisa a fazer voltarem. Porque quem não se sente não é filho de boa gente...." (Lídia Pinto Soares Sampilo)

 

"Portugal é tão calminho, que para agitar isto teremos de inventar Racismos e Xenofobias." (Francisco Vicente)

 

Podemos, claro, ler estes comentários à reportagem "É preciso descolonizar Portugal", publicada no DN a 13 de Junho, sobre a experiência dos afrodescendentes no país e a sua denúncia do racismo institucional, e sorrir com a contradição que encerram: os comentadores falam dos negros portugueses como estrangeiros, corpos estranhos no país, enquanto negam a existência de racismo e acusam as vítimas de se vitimizarem. Subjacente a este basismo raivoso está, porém, uma ideia muito séria: a de que estas pessoas receiam perder o privilégio que é sentirem-se "brancas" num "país de brancos". Temem a hipótese de medidas de discriminação positiva, "reparadoras" de uma injustiça que se recusam a reconhecer enquanto a vocalizam e defendem.

 

Ora essa atitude está longe de se resumir aos maluquinhos das caixas de comentários. É ver por exemplo o debate que tem decorrido nos jornais na sequência das declarações do PR no antigo entreposto de escravos de Gorée, no Senegal: surgiram vozes a refutar a ideia de uma dívida histórica do país para com os descendentes dos povos que escravizou e traficou e alertando para que esse reconhecimento pode conduzir a compensações (em dinheiro) às antigas colónias.

 

Naturalmente, o que está em causa não é fazer "reparações" aos países de onde vieram os escravos mas reconhecer que uma realidade de subjugação e negação de direitos que persistiu até à segunda metade do século passado - o Estatuto do Indígena, lei que recusava cidadania aos negros, foi revogado em 1961 - não se esvai por magia. E que é preciso agir para lhe combater os efeitos e a persistência. Como, aliás, se faz em relação a outros grupos.

 

Pode um país no qual em 2015 se legislou no sentido de conferir nacionalidade aos que provem ser descendentes dos judeus expulsos no século XVI (há 500 anos) alegar que a escravatura (abolida formalmente em 1869) e o trabalho forçado, prolongamento da escravatura que persistiu até às décadas 1960/70, "foram há muito tempo" e portanto não há nada para reconhecer e reparar? Pode o país que instituiu quotas de género nas listas eleitorais em 2006 e acaba de o fazer na administração das empresas cotadas, fundamentando essa posição na discriminação histórica e ainda existente, malgrado a igualdade certificada na lei, das mulheres, alegar que com negros e ciganos não se justifica discriminação positiva e que as coisas "vão lá" por si?

 

Deve ser óbvio que não, e que não devia ser preciso a ONU, por via do seu Comité para a Eliminação da Discriminação Racial, censurar Portugal, em dezembro de 2016, pela não existência de políticas direcionadas para combater a discriminação dos afrodescendentes, frisando que estes "se mantêm invisíveis nos setores mais importantes da sociedade." Que é uma vergonha nacional haver apenas um deputado negro no Parlamento e uma pivô negra nas TV; que só em 2015, com 39 anos de democracia, fosse nomeada uma ministra negra; não existir um único presidente de câmara negro e se passem meses a ver TV e a ler jornais sem ouvir ou ler um comentador negro. Que no terceiro ano da década dos afrodescendentes (2015/24), decretada pela ONU para que países com um passado colonialista, como o nosso, enfrentem a sua história, não haja uma única iniciativa do Estado nesse sentido. Que um país que enche o peito com a "gesta dos descobrimentos" faça de conta que "os mundos que deu ao mundo" ficaram à porta ou os mande "de volta à terra deles".

 

Não: os negros portugueses são portugueses negros; são portugueses. Não vão para lado nenhum. É o racismo que temos de escorraçar, e é tempo de partidos, governo e PR acordarem para este combate.

 


É mesmo por serem portugueses (negros) que têm os mesmos direitos que os outros, não há lugar a privilégios para ninguém. A lamechice tem que acabar, e começa por deixar de tratar os pretos por negros, porque se o branco é de côr branca o preto não pode ser de côr negra mas sim de côr preta. A "côr negra" não existe, são os complexos de inferioridade que fazem as pessoas sofrerem e se sentirem discriminadas., cada um é como é, único e diferente, e todos fazemos falta uns aos outros. A méritocracia é incompatível com "Descriminações positivas", porque pode promover incompetentes e néscios, há que dar provas através do esforço, da vontade e do empenhamento. O apoio social do Estado,a escola para todos, a formação profissional gratuita, a isenção de propinas para os mais pobres, os estágios remunerados...são iguais para todos, ninguém está excluído, então, pedem-se leis e privilégios de ascenção social pela côr da pele, ou pela etnia, com que justificação? a de querer julgar a História à luz do modo de pensar de hoje?
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Perguntei uma vez a uma aluna, adulta, com dupla nacionalidade, portuguesa e angolana se preferia o termo "negro" ou "preto" e ela respondeu que preferia "negro" porque existe a raça negra e não a raça preta. Já o filho de uma amiga dela que foi mais tarde meu aluno disse que preferia a expressão "preto" porque a palavra "negro" tem uma "carga" muito negativa. Disse-me ainda que o mais importante é o tom com que as pessoas empregam estas duas palavras. Afinal nem todos têm a mesma opinião...
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Rui Lima · 
Eu gostava de ver a Fernanda a viver em certos bairros de várias cidades da Europa para ver o que é a vida de uma senhora branca só .

Portugal coloca professores no estrangeiro , (há 20 anos os portugueses ainda habitavam com muçulmanos mas por diversos motivos os nossos imigrantes fizeram um grande esforço e procuraram outras zonas ) conheci uma professora que foi embora porque não suportou a perseguição nessas zonas , Fernanda deixe a sua área de conforto e venha para o terrreno ver a vida .
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Deixem-se de cinismos, de discursos longos sem conhecimento de causa. Admito que alguns exageram e aproveitam-se do estatuto "preto" mas generalizar é totalmente errado! Quantos africanos licenciados há por aí a procura de uma oportunidade?! Pois é, eu fui uma delas e digo por experiência que é 10x mais dificil para nós. Quero ver se continuaria com esta discurso se um dia entrasse numa sala de entrevista e visse a cara de espanto e o desinteresse dos entrevistadores ao ver a sua cor! Enviei dezenas e dezenas de curriculos com foto, e chamadas nenhumas, assim que removi a foto choveram chamadas! Por isso não me venha com esta conversa da treta!
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Rui Lima · 
Eliana Barros e está no continente que é um paraíso para minorias quando comparado com o resto do mundo .
Fallava com uma médica de origem vitemanista /chinês vivendo na Europa voltou as origens para conhecer de onde vinham os pais chora com a brutalidade com que foi recebida , foi ela que me disse sim la há racismo na Europa não .
O mundo devia ser melhor mas todo o esforço tem sido feito pelos os europeus , veja a violência na África do Sul para moçambicanos , os estados ricos vizinhos não ajudaram sírios mais uma vez a Europa único continente que respeita os valores humanos .
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Não parece que seja você a pessoa indicada para dizer como deve ser chamado, um africano. Se de preto se de negro! Pese embora concordar com alguns argumentos seus, reconheço, que no seu discurso, há uma prevalência, para subalternizar a raça negra. O que não é saudável! Os negros nos USA, atingem lugares de topo, nas mais diversas áreas! Aqui em Portugal, não! Por falta de capacidades, posso concordar. Agora ponho a questão! Quantos portugueses, estão em lugares de topo, nos váriis países, onde hà colonias numerosas de emigrantes? O denominador comum é este: Portugal! Somos fracos, e fazemos fracos, quem conosco partilha o espaço! Medíocridade e falta de exigência, é o nosso forte!
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Tu gostas de te ouvir não é Antonio Fernando Carmo? Es o dono da razão e da verdade
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Consultant na empresa Growin
Eliana Barros Lamento imenso que tenha de passar por isso. E é impressionante como perante o seu testemunho (que mais claro não podia ser) ainda lhe dizem para ficar contente que noutros sítios ainda é pior.
Espero bem que a mentalidade mude e que as pessoas consigam, no mínimo, deixar de olhar para o próprio umbigo.
Espero que já tenha conseguido arranjar um emprego digno dos seus conhecimentos.
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Carmina Azevedo a verdade e que nos Africanos infelizmente vemos o preto e o negro como palavras prejurativas( o que nao e o meu caso devido a educacao que tive)e todas as vezes que ouvimo las vitimizamo nos
Eliana Barros es racista todo o negro ou preto como queiras sao mesmo racistas vadios choroes e aproveitadores do racismo,pra terem tudo o que querem,ja trabalhei com centenas deles e conheço perfeitamente todos iguais ta no sangue,e que tal fazerem menos filhos pra nao tar atras da segurança social,e que tal trabalhar pra construir sua casa,sem pedir ajuda de ninguem,as cadeias tao cheias deles por todo o mundo e por racismo,acredita que cada vez mais fico contra esse tipo de gente,deve mesmo ter muitos formados como voce disse,so se for a dançar rep,devem ser contados pelos dedos,querem e sexo musica e dinheiro facil. fui
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Trabalha na empresa Chef
Carmina Azevedo e por estas razoes e que temos NOMES!!!!!
Claro. Assim como é uma burrice essa estória do holocausto. E viva o fachismo. Ou à moralidade ou comem todos.
Rui Lima · 
Inês Coimbra , tenho uma reunião numa grande instituição chego muito antes , ainda ha uma senhora a fazer limpeza na sala de conferência , recebo um telefomena falo português .
Ela vem ter comigo com lamigramas nos olhos pede para me falar sua história é aterradora trabalha numa empresa de turca onde todas as chefias são turcas os melhores trabalhos são para turcos ela que já la está a muito tempo não tem estatuto de empregada Não para o desemprego por ir , coisa que os trabalhadores de boa origem conseguem mal chegam .
Na Europa s europeus sao descriminados os Turcos estão presentes na limpezas e dão prioridade aos seus , os polacos na construção tente um emprego se não for polaco , os chineses nos têxteis em Itália ... conheça e depois comente eu também gostava de seres perfeitos .
Eliana Barros tenho familiares, que são brancos, licenciados e que não conseguem arranjar trabalho nas suas áreas. Poderá ser que aquilo que lhe esteja a acontecer não seja devido ao racismo.

Contudo, certa vez estive com uma pessoa que me disse "não contrato negros". Como não tinha a impressão que essa pessoa tinha esse fundo racista, perguntei-lhe porquê. Disse-me que se contratasse um negro não o podia despedir, não lhe podia negar nada, nem sequer discutir com ele, sem ser acusado de racismo. Foi a experiência que teve na última vez que contratou um negro. Disse que nunca mais voltaria a admitir um negro devido a isso.

É notório que demasiada conversa sobre racismo é contraproducente.
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Estás equivocado,o negro sim que existe,o preto é que me deixa dúvidas,pois o superlativo de preto é nigérrimo, por tanto a palavra negro sim que aparece.
Quanto aos outros problemas são simples problemas de ordem humana, o ser humano é assim de idiota e violento, e quando a raça ou a côr da pele é distinta,os insultos começam por aí,se não houvessem,pessoas de côr diferente e de diferentes nacionalidades,estaríamos os do norte a dizer que eram melhores que os do sul ,etc,etc...
Coisas de humanos...
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SR. ANTÓNIO FERNANDO CARMO, COMO ESTUDANTE DE ENSINO SUPERIOR DEVIA SABER QUE NÃO EXISTE RAÇA PRETA, A RAÇA É NEGRA DAÍ PREFERIRMOS QUE NOS TRATEM DESSE MODO. O SENHOR É BRANCO NÃO PELA COR DA SUA PELE MAS PELA SUA RAÇA. OBRIGADO.
Eliana Barros Sou africana, filha, neta, bisneta (e por aí fora) de africanos. Fui corrida de África por causa da cor da pele. Diziam-me constantemente: branca de mrd volta para a tua terra (ignorância, racismo???)! Quando cá cheguei, dos tugas eu ouvia: branca de segunda, volta para a tua terra. Ah! Descendo de brancos e de pretos. Quanto ao seu problema com a sociedade, tendo uma filha mulata sei bem o que é isso! Como vê, tanto são racistas uns, como os outros! O problema é única e simplesmente haver tanta gente ignorante... e mais não digo
Carmina Azevedo Eu conheco a raça humana ....não conheco a raça branca nem a raça negra....Eu não vivo em Portugal é fiquei muito "triste " de descobrir um povo ,que sempre pensei bom, assim tão racista !!!!
Cinda Rella. Na Espécie Humana, há muitas raças! Assim é que é!
 
Não existe a cor negra mas nem todos são "pretos"... Há sim alguns tons aproximados do preto...
Nem eu sou branco mas "claro". Não me importo que me chamem claro ou até bege...
Rui Lima o abismo é uma violação de direitos humanos. E os maiores crimes históricos racialmente motivados foram praticados pela Europa. A dizimação de povos indígenas principalmente nas Américas e O holocausto dos judeus são um simples exemplo apenas.
As melhores opiniões da estima jornalista Fernanda Cancio é, efectivamente, quando não publica opiniões.
Nuno Caetano infelizmente é a realidade que muita gente desconheçe...e nao,nao se trata so de negros,tou na frança e uma sra muçulmana que nao fazia o trabalho em condiçoes e que faltava imenso ao trabalho.permetiu-se alegar o mesmo e o patrao viu-se "negro" com a justiça para a conseguir despedir e ele desde ai nao quer e nem aceita "etnias"no local. Por vezes esqueçemos que existem estas "vitimas"
eu sou preta,tenho orgulho da minha pele,e sou da opiniao que o racismo sao as pessoas que o fazem deveriam deixar de se preocupar com a melanina e sim com a consciencia humana...cada vez mais pobre.
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Entendo, mas deixa que lhe diga, o pq de ser-mos preto e não negro.
Preto é cor, Negro não existe entre as cores.
Negro: esta palavra é associada a negatividade a coisas ruins, como por ex: buraco negro, Peste negra, vida negra, passado ou futuro negro, esta pessoa tem oura ou semblante negra, hoje tive um dia negro, estás palavras são usadas para nos referirmos a coisas mas, mas quando queremos falar de coisas boas é atribuido a cor, minha carteira preta meu carro preto meu cachorro é preto, amo roupa, verniz, sapato pretos, meu cabelo é preto, etc, quando são coisas de que amamos ou que nos agradam são pretas , quando o assunto é desagrado é negro.

Este debate, sim interessa

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Mamadu Lamarana Bari Nataniel Sanhá, parabéns pelo seu artigo. Isto demonstra a sua relevância pelo caráter informativo de que o mesmo reveste para àqueles que necessitam de uma informação sobre a economia africana para desenvolverem suas análises acadêmicas. Entretanto, não obstante a este caráter informativo e acadêmico, este trabalho peca, no sentido de minimizar o efeito danoso e dependente que a Guiné-Bissau teve ao aderir a este tratado, tardiamente e, numa condição de submissão as regras estabelecidas sem autonomia de decidir pela sua política econômica. Senão vejamos: É capaz de dizer quanto custou e ainda custa a Guiné-Bissau essa adesão em termos econômicos e financeiros? Qual é a política monetária que a Guiné-Bissau possui para programar seu orçamento? Por que não consegue pagar os salários com recursos de tesouro? os impostos cobrados e depositados no BECEAO através do tesouro vão para onde? Como são feitas as compensações de contas? De quem é a administração da Conta Única do Tesouro da Guiné-Bissau? Para onde vão todas as doações dadas a Guiné-Bissau e o empréstimos contraídos por este país? Ou seja, quem é o guardião da moeda FCFA? Como é distribuído os ônus e bônus da moeda única entre os Estados membros? Meu caro amigo, só as desvantagens que você apontou já mostram que para a Guiné-Bissau não foi um bom negócio. Começa a somar ônus para a Guiné-Bissau em 43 anos de independência, ou se quiser a partir da adesão da Guiné-Bissau ao Tratado da moeda única da zona de franco. Ainda comparar a negociação dos títulos da Guiné-Bissau com o país que tem o seu controle monetário é um pouco falacioso. Pergunto eu qual o lastro que o país tem para lançar títulos da dívida no mercado africano? Um país com déficit crônico e com a dívida externa que não consegue pagar, além disso sem uma produção expressiva e robusta que contabiliza a sua riqueza em PIB, tendo apenas os nossos peixe, madeiras e castanha de caju como bens exportáveis. Qual é é o lastro financeiro que tem para lançar títulos nos bancos e mercados financeiros regionais? Certamente, alguém vai me dizer são as doações e empréstimos que entram para a Guiné-Bissau. O que sobra depois que 50% fica como reserva compulsória para a França? Alguém pode me dizer qual é a base monetária da Guiné-Bissau? Afinal, o País é de uma economia monetária ou não monetária, quando formos calcular o multiplicador bancário do país. De quem é o controle dos meios de pagamentos? De onde vem as mercadorias transacionadas no País? Por enquanto paro por aquí. Nataniel eu acho o mérito no seu trabalho apresentado, contudo precisa de uma análise mais aprofundada. Você, não sei, se por receio, deixou por dizer muitas coisa. Prefiro fazer esses comentários na sua página. Reconheço o seu talento quanto ao estudo de economia, mas ousa um pouco mais e mostra suas ideias que sei que tem e que são valiosas. Um economista preza pela sua independência de análise em matéria de economia. Um abraço meu irmãozinho.
Nataniel Sanhá Mamadu Lamarana Bari , professor, lhe agradeço por seus comentários, pois reconheço são muito valiosos para aprofundar mais os estudos sobre esse tema. Esse meu trabalho tem o proposito de apontar as possíveis vantagens que a UEMOA nos proporciona, diferentemente, de muitos trabalhos e comentários que já li e ouvi que apontam as desvantagens da integração da UEMOA. Como bem observou, tem vários aspectos que são fundamentais nesse estudo, porém não as abordei aqui, por falta dos dados ou informações refentes, também por falta de tempo dedicado para desenvolver mais o trabalho. Sobre a politica monetária da Guiné-Bissau em programar o seu orçamento, até então continua plena, apenas mudou a estrutura decisória sobre isso, também acresceu mais as responsabilidade para mesma, diferentemente como antes, por isso foi movido muita das vezes pelo populismo politico dos nossos dirigentes políticos, causando situações de inflações extremamente altas. Concordo que a Guiné-Bissau não tem lastro ara emitir algum título público, pela fraca capacidades da sua produção econômica, principalmente, como destaquei no artigo, a situação de risco muito alto que o país apresenta, tanto financeiro econômico, quanto politico, contudo, conseguimos vender os nossos títulos público, isso é inconcebível. Se tem custos nisso, sim tem, mas é a situação do sistema econômico do mundo, portanto não temos muitas opções, porque precisamos financiar investimentos na nossa economia para seu crescimento. Relativo à administração das contas do BCEAO e os impostos dos tesouros, foi nesses aspectos que defendi a necessidade de algumas reformas da UEMOA. Professor, agradeço muito por poder ler os seus comentários, pois contribuíram bastante para desenvolver mais os estudos desse tema. Muito obrigado. Mantenhas, Garande.
Mamadu Lamarana Bari Vamos conversar mais. Você tem potencialidades latentes para entender e analisar a luz de Ciências Econômicas esse problema da União monetária. Um abraço. Estou sempre à sua disposição.