segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Baciro Dja tira dedo na cederá do PRESIDENTE DI REPÚBLICA

Desorganização de Jomav provoca bronca no Brasil. .

Incidente diplomático.  Baciro Dja viajou para Brasil sem informar JOMAV porque os dois não falam.
Jonas disse que o país seria representado pelo ministro dos negócios estrangeiros. Mentira. O iambeiro baciro  está lá e entrou na foto família.
Baciro dja despediu em Bissau se que vai para visita privada em Portugal. Agora está no Brasil.
País que Jomav disse que será melhor presidente.  Toma li bo. Abo i pior presidente di República.

CONSELHEIROS DE JOMAV

Marciano Barbeiro djungu na sede do paigc
Avelino Cabral panhadu na missa perto do Mercedes di ditadura firma.
Nó odjadur odja jomav suma kim ku na leba país pa guerra.  Si guerra kumsa li, fidju do jomav na murri tambi

JOMAV FUGIU DE IR A CIMWIRA DA CPLP PARA NÃO PODER EXPLICAR SEUS HOMÓLOGOS A RAZÃO É A SOLUÇÃO PARA A CRISE

Mandou Soares sambou dos 15 para gagamente explicar o dossier deturpadamente. Jomav é um ignorante

Paigc decidido a responder todas provocações de JOMAV.

Só aceita Augusto olivais. De resto quem for nomeado à luta vai continuar. I kila JOMAV CA MAS NINGUIN.
COTINAMA DI KIM KU MISTY DANA TERRA

Cimeira: Ministro dos Negócios Estrangeiros representa Guiné-Bissau

O ministro dos Negócios Estrangeiros da Guiné-Bissau, Soares Sambu, vai representar o país na cimeira da Comunidade de Países de Língua Portuguesa (CPLP), no Brasil, disse hoje à Lusa fonte da Presidência da República.
De acordo com a mesma fonte, o chefe de Estado, José Mário Vaz, decidiu abdicar da participação no encontro devido às consultas em curso, visando a saída da crise política no país.
José Mário Vaz disse há 10 dias que queria escolher um novo primeiro-ministro antes de partir para a cimeira dos chefes de Estado da CPLP e levar "uma posição mais clara sobre o que se passa no país e o que foi feito pelos guineenses".
Os dirigentes políticos assinaram dois acordos desde setembro, sob mediação da Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental (CEDEAO), e José Mário Vaz propôs três nomes para dirigir um novo governo, mas ainda não nomeou ninguém.
O general Umaro Sissoko, o diretor do banco central, João Fadia, e um quadro do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC), Augusto Olivais, são os três nomes em cima da mesa.
Lusa

DIDINHO, DESTA VEZ PARECE QUE É MUITO SÉRIO. LEIA ISTO

Bom dia GP
No âmbito da vossa publicação, informo que o Didinho tem uma irmã mais nova que trabalha (numa instituição de SOBERANIA ali em Bissau), não fixei o nome dela, mas é só procurarem melhor vão dar com ela.
Boa sorte e que este nosso blog que nos mantém informado dure mais para o bem do povo.
Uma ótima semana a todos.

Autor: RM

Nota GP: Obrigado RM, já sabemos quem é... Obrigado pelo Alerta. Se Didinho quiser, que continue.

- PR JOMAV proibiu o seu primeiro-ministro, Baciro Dja, de viajar para Brasília (Brasil) para a cimeira da CPLP;

Copi Colé: CRIME: Mais um guineense assassinado em Luanda (IN ALy Silva)

Baciro Dja, tu ainda sonhas ser governante neste país? No Governo de DSP tiveste oportunidade de ser segundo homem. Achaste aquilo muito pequenino para ti. Entraste em muntrundadi com o mentiroso JOMAV. Cinco meses a roubar nas finanças, ainda achas mais.

Meteste o louco de JOsé Saico para te defender. Mas quem acredita no Saico Baldé?
Baciro Djá, prepare as tuas informações para nós. JOMAV já faz parte do passado.
o teu Governo não existe. E tu também. Ouviste?

CONVERSA ENTRE O INFORMADOR DO PALÁCIO E BACIRO DJÁ

INFORMADOR DO PALÁCIO - BACIRO, BACIROM BACIRO!!!
BACIRO DJÁ - SIM BROTHER! i KUMA'
INFORMADOR DO PALÁCIO - DJUBI ALI I PASSA NHA DIANTI GOSSI
BACIRO DJÁ - KILA I KIM
INFORMADOR DO PALÁCIO - JOMAV
BACIRO DJÁ - MITIL PÉ NA CADERA
INFORMADOR DO PALÁCIO - BU LEMBRA I TA TÉNÉ SEGURANÇS
BACIRO DJÁ - KUMSA NA KIL SEGURANÇAS

Saúde pública/ Oftalmologista adverte sobre consequências do uso de óculos sem orientação médica



O Chefe do Serviço de Oftalmologia do Hospital Nacional “Simão Mendes” apela aos guineenses para se abdicarem de uso de óculos de vista sem prescrição médica.
Em declarações à Agência de Notícias da Guiné, o médico Oftalmologista Meno Nabicassa, disse que é preciso deixar a prática de automedicação que se verifica no país, principalmente em relação ao uso de óculos graduados ou de correção de vista. 

Meno Nabicassa avisou que o uso de óculos sem orientação médica, acarreta consequências imprevisíveis, nomeadamente fadiga, crescimento da catarrata nos olhos devido ao esforço para tornar a imagem mais nítida, e stress. 

Por isso, aconselha que não basta ter dificuldades de visibilidade para comprar óculos, mas que se deve procurar um especialista da área para lhe indicar o que é preciso fazer e, se for necessário, que tipo de óculos usar. 

Instado a falar sobre os sintomas de dores de olhos, o médico oftalmologista disse que se for conjuntivite a vista fica vermelha, com lágrimas a escorrerem na face. “Nesta altura, a pessoa fica com pálpebras inflamadas e dificuldades ou incomodo perante a claridade da luz solar. 

“Há também dores de olhos que são provocadas pela alergia dos produtos de maquiagem, que podem penetrar nos olhos e provocar reações adversas”, informou, aconselhando as mulheres a deixarem de colocar as pestanas falsas nos olhos. 

Em relação às pessoas que adquirirem ôculos nos países europeus e que a sua visibilidade as vezes normaliza, Meno Nabicassa exorta-as a se dirigirem para centros de saúde para que esses oculos sejam examinados por um técnico oftalmologista competente. 

650 Fcfa; 750 Fcfa e 800 Fcfa, preço do Governo.

Os chineses descarregaram 300 toneladas hoje e o Governo diz que, o preço não pode ultrapassar 1000 Fcfa

Conselheiros djunguduris ou missaduris na Rua. Resultado, presidente da república ASNEIRANTE. BURRO COMO O PAI DELE É QUE SENTE VERONHA SE APRECER ONDE ESTÃO OS HOMÓLOGOS. CONSEQUÊNCIA, O PAÍS PAGA

NUNO GOMES NABIAN DISSE QUE SE JOMAV NÃO RESOLVER O PROBLEMA VAI PROMOVER MANIFESTAÇÕES DE RUA

NUNO NABIAN ESTAMOS AQUI, TRAGA INFORMAÇÕES, VAMOS RATCHAR CADERA DI JOMAV E DO PAI DELE. ESTAMOS A TUA DISPOSIÇÃO. MANDE APENAS AS INFORMAÇÕES...
BANDIDO DA MERDA OU BANDIDOS DA MERDA

JOSÉ LOUCO PEDE JOSÉ LOUCO em nome do Iambeiro Baciro Djá. GUINÉ-bISSAU NAS MÃOS DE LOUCOS. LOUCURA É UMA DOENÇA...

José Saico Baldé pediu em nome dos 15 deputados à José Mário Vaz para não derrubar o Governo de Baciro Djá. Disse que o Governo de Baciro Djá recuperou a imagem da Guiné-Bissau.

José saico Baldé falou em Bafatá e disse que falou como ponto focal dos 15. Garantias financeiras.
Ele falou em Fórum de Macau como único sustentabilidade.

Kuma muntrundadi ku dana Baciro Ku JOMAV. José Saico Baldé, dissa es combersa, pabia fala nfala, kim ku más ta fassil e Baciro Djá.

REPORTAGEM: Voluntária vê 800 dentes por hora na Guiné-Bissau onde escovas e pasta são um luxo


Inês Silva, 30 anos, dentista no Porto, inspecionou a boca de 44 crianças de uma instituição pré-escolar na capital da Guiné-Bissau numa hora.
Foi na manhã mais movimentada da semana: examinou “entre 800 a 900 dentes” que de outra forma nunca teriam uma consulta porque na Guiné-Bissau faltam especialistas e há famílias que preferem remédios caseiros.
Lavar os dentes com carvão em pó e sal, com um dedo a fazer de escova, é um desses hábitos.
A sensação abrasiva dos grãos faz crer numa limpeza a fundo, mas o desgaste é tanto que a dentição perde esmalte e as gengivas ficam feridas, alerta Inês Silva.
No entanto, as cáries “são o principal problema”, queixa-se a dentista, voluntária da organização portuguesa sem fins lucrativos Mundo a Sorrir, coordenadora da intervenção na Guiné-Bissau.
A situação parece melhor que noutros países lusófonos, mas ainda há “muitas crianças com menos de seis anos com os dentes completamente destruídos, abcessos e muitas dores que os obrigam a faltar à escola”, descreve.
Este cenário é agravado no interior da Guiné-Bissau, onde há regiões com dificuldade em ter escovas, pastas com flúor ou médicos dentistas.
Lavar os dentes pode muito bem ser uma das receitas para desenvolver o país e é por isso que, antes de cada rastreio, Inês Silva e a enfermeira Dália Santos juntam miúdos e graúdos em ações de sensibilização.
“Um copo com água, uma escova e pasta, para lavar os dentes é o que me basta”, é o refrão da música que todos cantam várias vezes até a rima ficar na cabeça.
Nisto de fazer rastreio aos dentes “algumas crianças assustam-se, mas depois aceitam com naturalidade” a consulta e os hábitos de escovagem, conta Adriana Justino, coordenadora do Programa de Educação Pré-Escolar (PEPE).
Este programa de missionários da Convenção Batista Brasileira é um dos parceiros da Mundo a Sorrir na Guiné-Bissau, com muita fé na capacidade preventiva destas intervenções.
Seis crianças que passaram pelo rastreio e receberam uma dose de flúor na dentição (dada a cada seis meses) precisam de tratamento e as famílias vão ser avisadas – no caso mais grave já se perdeu metade dos dentes devido a açúcar em excesso e falta de escovagens.
No futuro, a Mundo a Sorrir espera poder atendê-las gratuitamente numa clínica que vai começar a construir em Bissau.
Uma clínica móvel está entretanto pronta a funcionar fora da capital.
O material cabe numa mala de viagem e vai ser operado pelos voluntários que estão regularmente a passar pelo país.
Tudo somado resulta em “realização pessoal e profissional” refere Dália Santos, 36 anos, enfermeira no Hospital de Santo António, no Porto, que abdicou das férias para estar na Guiné-Bissau, suportando parte das despesas.
“Em Portugal, tenho tudo à mão para fazer enfermagem. Aqui é um desafio conseguir ajudar outra pessoa” e capacitar novos profissionais, refere.
Um trabalho que é um “bem maior” sempre “gratificante”, conclui Inês Silva.
As cáries que se cuidem porque nos próximos meses vai haver sempre voluntários da Mundo a Sorrir na Guiné-Bissau, que, além da capital, vão visitar as regiões, incluindo as ilhas.
Lusa

1, 2, 3 PÉ NA CADERA DI KIM KU NA DANA TERRA, KU TUDO KILIS KU NA DJUDAL

CPLP: Portugal vai apresentar proposta «ambiciosa e difícil» para circulação de pessoas

António Costa e Marcelo na Colômbia (LUSA)

O Presidente da República disse este domingo, já em Brasília, que Portugal vai apresentar na cimeira da CPLP uma proposta para a circulação de pessoas no espaço lusófono que é «ambiciosa e difícil».


«Portugal avança com um proposta que o senhor primeiro-ministro traz, que é da circulação no espaço de língua portuguesa. É uma proposta ambiciosa e difícil», disse Marcelo Rebelo de Sousa. 



Os dois chegaram domingo a Brasília para participar na XI conferência de Chefes de Estado e de Governo da CPLP, que marcará a passagem da presidência rotativa bienal de Timor-Leste para o Brasil, depois de terem estado na cimeira Ibero-americana na Colômbia. 



Marcelo será hoje recebido pelo presidente Michel Temer, amanhã será a vez de António Costa.

Nota GP: Guiné-Bissau terá a mais pacata representação de sempre, porque JOMAV ainda não conseguiu um Primeiro-ministro de confiança. Desde quando quee numa democracia, um PM deve ser de confiança do PR? Ninguém perto de JOMAV não corrige o homem.

AVISO DOS partidos legalistas a um presidente louco: Tolerância ZEROOOOOOOOOOOOOOOOO. A partir de agora, JOMAV, Anós ku bó, són miti pé na cadera

CEDEAO VAI VOLTAR A GUINÉ-BISSAU AINDA ESTA SEMANA PARA FAZER JOMAV CUMPRIR O ACORDO

POVO DA GUINÉ-BISSAU, PORQUÊ É QUE JOMAV NÃO VIAJOU PARA O BRASIL?

Consegue ir as terras das ditaduras, mas onde se vai discutir a democracia não vai. Mas usa instrumentos da democracia de forma errada para arruinar o país. Hoje a Guiné-Bissau está assim, porque o filho de um pai delinquente, está a interpretar de forma mal uma CONSTITUIÇÂO da REPÙBLICA tão pacífica.
Recusou ir ao Brasil, porque sabe que as pessoas ali vão lhe criticar. Lhe dirão devolva o poder ao PAIGC.
Mas ele não é culpdo. O culpado é o pai dele. Bandido e Mentiroso. Trouxe no mundo, um filho é cópia.
JOMAV Bu papé cata burgunho.

Aviso: A Direcção do BLOG GP, avisa à Didinho o seguinte:

Tendo em conta a sua insistência em como este Blog é de Domingos Simões Pereira, tem feito várias tentativas de eliminá-lo da circulação. DIDINHO Pode conseguir, porque as tecnologias, são imprevisíveis. Mas no dia em que este Blog sair de circulação, um familiar de Didinho sairá da circulação. PODEMOS MATAR OU INCENDIAR CARROS DAS PESSOAS.
Já identificamos aqui em Bissau vários familiares, tios e primos. Por causa de Didinho, seus familiares aqui em Bissau vão receber. E desde Já avisamos que a familia dele é VARELA CASIMIRO.
Continue a insistir, vais acreditar.
JOSÉ MÁRIO VAZ, NÃO CONSEGUE CONTORNAR NINGUÉM, PORQUE É UM DELIQUENTE QUE NÃO SABE NADA.
VÃO LÁ ENGANAR O DOKA, PORQUE É ELE O TOLO. BURROS DA MERDA. MANDAR EMAIL COM O NOME DE DOMINGOS SIMÕES PEREIRA PARA ACTUALIZAR, É PROVOCAÇÃO VOSSOS FILHOS DE NÃO SEI KÉ.

domingo, 30 de outubro de 2016

CHEFES de ESTADO e DE GOVERNOS DA CPLP VAO EXIGIR A JOMAV O FIM DA CRISE POLITICA

Esta semana a CEDEAO volta.
JOMAV Ooooooooooo CADERA

SEDJA MAN, SI bu MITI ALY na CALABUS, NONA MITIU Pe NA CADERA

PAIGC DECIDE

PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO VERDE

2ª Sessão Extraordinária do Comité Central do PAIGC
28 de outubro de 2016

RESOLUÇÕES FINAIS
(dos 203 Presentes 201 votaram SIM e duas abstenções)

O Comité Central do PAIGC reuniu em Sessão Extraordinária no dia 28 do mês de outubro de dois mil e dezasseis, no Salão Nobre “Amílcar Cabral”, Sede Nacional do Partido, em Bissau, sob a presidência do Camarada Eng.º Domingos Simões Pereira, Presidente do Partido.
O Comité Central adotou por maioria a seguinte Ordem do dia:

Informações:

Teor e espírito do Acordo de Conakry;
Carta Aberta do Espaço de Concertação Política;
Implementação dos Acordos de Bissau e Conakry:
Escolha do Primeiro-Ministro;
Formação do Governo de Inclusão;
Reintegração dos 15;
Reformas estruturais;

Estabilidade governativa até ao final da presente legislatura.
Na abertura dos trabalhos, o camarada Presidente Eng.º Domingos Simões Pereira teceu algumas considerações sobre o momento político que o país enfrenta, o posicionamento político e estratégico do PAIGC perante ela à luz dos Acordos de Bissau e Conakry.

O Comité Central foi informado dos detalhes relacionados com a reunião de concertação promovida sob os auspícios da CEDEAO e sob a presidência de Sua Excelência Senhor Presidente da República da Guiné-Conakry, Professor Alpha Condé, acompanhado pelo Senhor Presidente da Comissão da CEDEAO, Marcel de Souza e pelos Representantes do Secretario Geral das Nações Unidas, da União Africana, do Senegal, de Angola, da Serra Leoa, que redundaram na aprovação e assinatura de todos os participantes dos Acordos de Conakry.

De seguida, o Comité Central foi informado sobre o teor de uma Carta Aberta a propósito dos Acordos de Conakry e da observância e aplicação da Constituição da República, elaborada pelos partidos políticos que integram o Espaço de Concertação Democrática, nomeadamente, o PAIGC, PCD, UM, PUN, PST e MP e dirigida ao povo guineense e de todas as forças vivas da nação, ou seja, a sociedade civil, partidos políticos, sindicatos, autoridades locais e religiosas.
O Comité Central do PAIGC deliberou:

Congratular-se com os resultados da Mesa Redonda de Conacri e felicitar a Delegação do PAIGC, chefiada pelo seu Presidente, Eng. Domingos Simões Pereira, pelo excelente trabalho levado a cabo no decorrer das negociações;

Felicitar e agradecer à CEDEAO, na pessoa do seu Mediador, Sua Excelência Professor Alpha Condé, Presidente da República da Guiné, assim como a sua equipa internacional que o acompanhou e assistiu, pelos esforços e dedicação que vêm consentindo na procura de saída da profunda crise política e institucional em que a Guiné-Bissau foi forçada a mergulhar;

Ratificar a posição e a deºcisão assumidas pela Delegação do Partido e pela Comissão Permanente do Bureau Político, relativamente aos pontos constantes do Acordo de Conacry;

Exigir a implementação rápida e integral dos Acordos de Bissau e de Conacri, apelando a todos os seus subscritores, em particular aos Órgãos de Soberania, pelo seu escrupuloso cumprimento;

Exortar o Senhor Presidente da República a aceitar e respeitar os compromissos assumidos em Conakry e permitir a nomeação do Primeiro-Ministro e o Governo, em conformidade com o Acordo de Conacry, o que a não acontecer configuraria uma flagrante violação da letra e espirito do acordo e um desperdício de uma oportunidade soberana de reaproximação e reconciliação;

Reafirmar a firme determinação no respeito escrupuloso e incondicional aos princípios, orientações e valores do partido, fazendo aplicar sem reticências os seus estatutos e normas internas;

Felicitar e encorajar o Presidente do Partido, a Comissão Permanente do Bureau Político e o Grupo Parlamentar do PAIGC a prosseguirem com os esforços de reconciliação interna, à luz das recomendações emanadas das comemorações do 60º aniversário do nosso Partido e do princípio plasmado no Acordo de Conacry;

Encorajar os 15 militantes sancionados a alinharem-se com o espirito da reconciliação lançado no âmbito das comemorações do 60º aniversário, bem como do Acordo de Conacry, manifestando a sua sujeição aos ditames dos Estatutos do nosso Partido e não se deixarem instrumentalizar pelas estratégias individuais alheias ou de outras formações políticas adversárias;

Remeter ao Conselho Nacional de Jurisdição o assunto relacionado com a reintegração dos 15 militantes sancionados, visando conformar o processo aos Estatutos do PAIGC, nomeadamente o seu artigo 46º, nºs 1 e 3, exortando-o a acompanhar e traduzir a materialização dos novos factos que configurem o novo ambiente de unidade e coesão interna no partido;

Aprovar uma Moção de Louvor para com a delegação do PAIGC que se deslocou a Conacri chefiada pelo camarada Presidente Eng. Domingos Simões Pereira, e que nesse fórum de concertação defendeu os valores da democracia, da liberdade e da legalidade, bem como aos Presidentes e 1º Vice-Presidente da Assembleia Nacional Popular e extensiva à CEDEAO na pessoa do seu Mediador, Sua Excelência Presidente da República da Guiné, Professor Alpha Condé

O Comité Central se congratula pela forma como os trabalhos foram conduzidos e pelos resultados alcançados, num ambiente de grande e responsável militarismo.

O Comité Central do PAIGC registou com muito apreço o apelo à responsabilização e a pacificação do Partido em nome da verdade e da legalidade e exortou a todas as entidades e estruturas do partido a transformarem o espirito de Conacri numa oportunidade de pacificação e união do PAIGC.

Feito em Bissau aos vinte e nove dias do mês de outubro de 2016.
O Comité Central.

PAIGC elogiou DSP

PAIGC - MOÇÃO DE LOUVOR


PARTIDO AFRICANO PARA A INDEPENDÊNCIA DA GUINÉ E CABO VERDE

2ª Sessão Extraordinária do Comité Central do PAIGC
28 e 29 de outubro de 2016

Moção de Louvor

(203 votaram unanimidade)

O Comité Central reunido na sua 1ª sessão extraordinária a 28 de outubro de 2016, congratulou-se com o papel e a postura exemplar assumida pela delegação do PAIGC que se deslocou a Conacri chefiada pelo camarada Presidente Eng. Domingos Simões Pereira, e que nesse fórum de concertação defendeu os valores da democracia, da liberdade e da legalidade, demonstrando uma elevada verticalidade política e sentido de Estado e responsabilidade, em aceitar sem reservas, desde que os preceitos estatutários sejam respeitados, a reintegração dos camaradas que se constituíram no denominado “Grupo dos 15” no seio da nossa família política do PAIGC;

De igual modo, o Comité Central nesta sua sessão extraordinária, registou com particular apreço e admiração a postura de defesa intransigente da legalidade constitucional de que a Mesa da ANP e muito em especial, o seu Presidente e 1º Vice-Presidente, camaradas Eng. Cipriano Cassamá e Inácio Gomes Correia “Tchim” demonstraram.

Expressar igualmente uma Moção de Louvor e de agradecimento à CEDEAO, na pessoa do seu Mediador, Sua Excelência Professor Alpha Condé, Presidente da República da Guiné, assim como o coletivo internacional que o acompanhou e assistiu, pelos esforços e dedicação que consentiram na procura de saída para a profunda crise política e institucional em que a Guiné-Bissau foi forçada a mergulhar;

Feito aos vinte e oito dias do mês de outubro de 2016.
O Comité Central

Preparar para rachar cadera

A HORA É DA ''GUERRA DE MOVIMENTO'' EM COMPLIMENTO A NOSSA ''GUERRA DE POSIÇÕES''
''FINALMENTE, DIZ ANTONIO GRAMSCI, QUANDO A REVOLUÇÃO FRANCESA SE DÁ, ELA JÁ TINHA ACONTECIDO''
JOVENS, HOMENS E MULHERES GUINEENSES
ASSUMAM AS VOSSAS RESPONSABILIDADES
ASSUMAM OS VOSSOS DESTINOS UMA VEZ POR TODAS
AGORA É A VEZ DO POVO GUINEENSE ASSUMIR AS SUAS RESPONSABILIDADES E DIZER BASTA A MISÉRIA, BASTA A POBREZA EXTREMA, BASTA AO DESEMPREGO, BASTA A CORRUPÇÃO, BASTA A DELINQUÊNCIA, BASTA A IMORALIDADE, BASTA A TUDO QUE É DE MAL NA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU!
VAMOS, VAMOS, VAMOS ORGANIZAR E DELINEAR PLANOS ESTRATÉGICOS
TANTO MILITARES COMO POLÍCIAS CERTAMENTE ESTARIAM DO LADO DA REVOLUÇÃO
VIVA A REVOLUÇÃO POPULAR NA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU
AGORA OU NUNCA!!!
LEIAM TUDO EM ABAIXO: BASTA TERMOS A DEVIDA CORAGEM, SIM É POSIVEL REVOLUCIONAR A POLÍTICA E O ESTADO GUINEENSE. PORQUE, TODOS JÁ ESTAMOS FARTOS DOS POLÍTICOS CORRUPTOS E DE MEIA TIGELA!!!
FONTE: As Teorias de Antonio Gramsci
Como é possível que um grupo de cinquenta pessoas pare um despejo? E isso uma, e outra vez (até seiscentas). Essa pergunta persegue-me há já algum tempo. A 25 de Setembro, na Plaza de Neptuno, constatámos por nós que a polícia é capaz de despejar um espaço com qualquer número de manifestantes. Que força é essa que permite a cinquenta pessoas impedir um despejo? O que significa ter força, se tal não coincide exactamente com ter poder (físico, quantitativo, económico, institucional, etc.)? O que se segue é uma tentativa de resposta que não pretende esgotar a pergunta. Ou seja, podem ser dadas outras respostas e há sobretudo que continuar a debater-se a resposta, que é o que me parece mais importante.
Guerra de movimento e guerra de posições
Antes, porém de regressar ao leito central do rio que é a pergunta pela força desse punhado de pessoas à frente de uma casa, abro agora um delta. Coloco-me assim no debate em torno da ideia de revolução que se travou no marxismo do período entre as duas guerras mundiais, interessando-me especialmente pela(s) perspectiva(s) do marxista italiano Antonio Gramsci. À primeira vista, será um salto muito estranho, mas trata-se de um debate com ressonâncias bem contemporâneas. O passado não passa: é um depósito riquíssimo de imagens e saberes sempre actualizável (ou re-significável) a partir dos problemas e das necessidades do presente.
Gramsci intervém no debate com uma distinção entre “guerra de movimento” e “guerra de posições”. Pensar a luta de classes como uma guerra, e usar por isso a linguagem da estratégia militar, era então algo muito comum no marxismo. Para além do mais, Gramsci escreve a partir das prisões de Mussolini e sob a necessidade de continuamente inventar metáforas para esquivar a censura. Paradoxalmente, o recurso a essa linguagem alusiva e muitas vezes críptica no lugar do vocabulário marxista clássico, multiplicou por mil a capacidade sugestiva e de inspiração futura da obra de Gramsci.
Ora bem, as características-chave da “guerra de movimento” são: a velocidade, o carácter minoritário e o ataque frontal. Gramsci confronta-se aqui com noções como a “revolução permanente” de Trotsky, a greve geral de Georges Sorel, a insurreição operária de Rosa Luxemburgo e, especialmente, com a tomada do poder leninista. Estas imagens da mudança revolucionária chocam uma e outra vez com a realidade europeia e ocidental: repressão sangrenta do levantamento espartaquista na Alemanha (1918), desarticulação da revolta popular dos conselhos operários em Itália durante o “biénio vermelho” (1919/20), etc. Para evitar os previsíveis efeitos de frustração e continuar a aspirar activamente à mudança social, há que re-imaginar a revolução.
A guerra de movimento só pode ter êxito, reflecte Gramsci a partir da prisão, onde a sociedade permanece relativamente autónoma do Estado, e a sociedade civil (como chama às instituições inter-relacionadas com o poder estatal: justiça, meios de comunicação, etc.) é primária e informe: por exemplo, na Rússia. Mas na Europa ocidental, pelo contrário, as instituições da sociedade civil são bastante sólidas, fazendo as vezes de “trincheiras e fortificações que protegem a ordem social. Parece que uma catástrofe económica abriu uma brecha decisiva na posição inimiga, mas é só um efeito superficial e por detrás há uma eficiente linha de defesa”.
Gramsci critica o “misticismo histórico” (a revolução como fulguração milagrosa) e o determinismo económico (a suposição de que o afundamento económico desencadeará o processo revolucionário), e teoriza uma outra estratégia, outra imagem da transformação social: a “guerra de posições”. A característica-chave da guerra de posições é a afirmação e o desenvolvimento de uma nova visão do mundo. Em cada gesto da vida quotidiana, diz Gramsci, há uma visão do mundo (ou filosofia) implícita. A revolução difunde uma nova visão do mundo (e, portanto, outros gestos) que a pouco e pouco esvazia o poder da antiga e finalmente toma-lhe o lugar. Este processo é o que Gramsci chama “construção de hegemonia”. Não há poder que possa durar muito tempo sem hegemonia, sem controlo sobre os gestos da vida corrente. Seria um domínio sem legitimidade, um poder reduzido à pura repressão, ao medo. A tomada do poder deve portanto ser precedida por uma “tomada” da sociedade civil.
Cristianismo e Iluminismo
Para ilustrar esta outra ideia de revolução, Gramsci recorre a dois exemplos: o cristianismo e o Iluminismo. É no mínimo curioso: usa uma reforma religiosa e uma mudança intelectual como modelos para pensar a revolução política que projecta. Em ambos os exemplos, o elemento determinante da mudança é uma nova definição da realidade.
No caso do cristianismo, a ideia de que Cristo ressuscitou e de que há vida depois da morte. O cristianismo organiza-se em torno desta “boa nova”, que trata de infiltrar por todas as fendas do velho mundo pagão. O interessante aqui é que os primeiros cristãos não procuram o poder, evitam-no até. Mas actuam de tal forma que por fim o poder vem ter com eles, coisa que aconteceu com a conversão do imperador Constantino no século IV d. C. A lição dos primeiros cristãos seria então: não lutes directamente pelo poder, expõe a nova concepção do mundo de que és portador e assim finalmente o poder cairá (nas tuas mãos).
No caso do Iluminismo, a ideia de uma igual dignidade de todas as pessoas enquanto seres dotados de razão. O Iluminismo é o movimento que dissemina esta ideia, em salões, clubs ou enciclopédias. Finalmente, diz Gramsci, quando a Revolução Francesa se dá, ela já tinha acontecido. A dominação não tem legitimidade porque a nova concepção do mundo silenciosamente substituiu a antiga, deixando fora de jogo os poderes do Antigo Regime quase sem que estes se dessem conta. A lição dos iluministas seria: a revolução ganha-se antes de se fazer a revolução, no processo de elaboração e expansão de uma nova imagem do mundo.
Estes são os exemplos mencionados por Gramsci, que morreu na prisão em 1937. Mas o século XX deixou-nos outros, seguramente muito mais próximos de nós. Pensemos, por exemplo, no movimento gay. Um movimento ao mesmo tempo visível e invisível, formal e informal, político e cultural, que transforma completamente a percepção comum sobre a diferença afectivo-sexual, e chega a alcançar mudanças a nível legislativo. Ou o movimento negro dos direitos civis. Martin Luther King explicava que a força irresistível do movimento era a superação dos sentimentos de inferioridade, profundamente interiorizados, por via do confronto de igual para igual com os opressores (por exemplo, nas campanhas de desobediência civil). Tal levantamento de dignidade traria por arrasto alterações nas leis do país.
Portanto, a guerra de posições, diferentemente da guerra de movimento, é uma infiltração, mais do que um assalto. Um deslocamento lento, mais do que uma acumulação de forças. Um movimento colectivo e anónimo, mais do que uma operação minoritária e centralizada. Uma forma de pressão indirecta, quotidiana e difusa, mais do que uma insurreição concentrada e simultânea (mas atenção: Gramsci não exclui em nenhum momento o recurso à insurreição, apenas a subordina à construção da hegemonia). E baseia-se sobretudo na elaboração e no desenvolvimento de uma nova definição da realidade, isto é (e recorrendo às palavras do filósofo Cornelius Castoriadis), do“que conta e o que não conta, o que tem sentido e o que não tem, uma definição inscrita não nos livros, mas no ser mesmo das coisas: o actuar dos seres humanos, as suas relações, a sua organização, a sua percepção do que é, a sua afirmação e procura do que vale, a materialidade dos objetos que produzem, utilizam e consomem”.
O 15 de Março [15-M] como revolução cultural.
Voltemos agora à cena inicial, tendo em mente este passeio pelos escritos de Gramsci. Creio que se cinquenta pessoas são capazes de parar um despejo é porque (em alguma medida) ele já tinha sido parado. Ou seja, é porque o 15-M, entendido como um novo clima social e não como organização ou estrutura, redefiniu a realidade. O que antes não se via (o facto mesmo de que existem despejos) agora é visto. O que antes se via (normalizado) como uma “execução rotineira por não pagamento de hipoteca”, agora surge-nos como algo intolerável. O que se nos apresentava como inevitável, agora aparece como algo contingente. O clima singular do 15-M coloca em crise, nos termos da análise de Gramsci, as instituições da sociedade civil associadas ao Estado: agentes de polícia que recusam proceder a despejos, juízes que aproveitam qualquer resquício para favorecerem os despejados, jornalistas e meios de comunicação que simpatizam e amplificam as suas mensagens, etc. Definitivamente, cinquenta pessoas, em ligação directa com este clima do 15-M, tanto no quê (aquilo por que lutam) como no como (as formas de lutar), não são só cinquenta pessoas. Estão acompanhadas por milhões de outras, invisíveis. É aquilo a que o filósofo Alain Badiou chama uma “minoria maioritária”. Um agente da mudança: capaz de a contagiar porque está ele próprio contaminado.
Podemos então definir ‘força’, voltando à pergunta que nos colocávamos no início, como a capacidade de redefinir a realidade: o digno e o indigno, o possível e o impossível, o visível e o invisível. O novo clima social do 15-M não tem de certeza muito poder (físico, quantitativo, institucional ou económico), mas sim força. Não só é uma mudança social ou política, mas também – e muito especialmente – uma transformação cultural (e até estética): uma modificação na percepção (os limiares do que se vê e do que não se vê), na sensibilidade (o que consideramos compatível com a nossa existência ou intolerável) e na ideia do possível (o “sí se puede”).
A importância de tudo isto não foi muito bem entendida por quem critica a inclinação excessivamente “emocional” do 15-M, começando pelo famoso sociólogo Zygmunt Bauman. Porque é precisamente isso que vagamente denominamos afectivo ou emocional – quer dizer, a base inconsciente da nossa vida em comum – o que pode levar alguém a considerar-se vizinho e próximo de alguém que vive longe, e a colocar-se frente à sua casa para o proteger de um despejo. O sentimento de que a vida de cada qual não se esgota em cada um, mas está antes interligada a outras muitas vidas desconhecidas (“somos el 99%”).
A política não é sobretudo uma questão de denúncia e de consciencialização, porque não há gota que faça transbordar o copo e o mal pode ser tolerado indefinidamente; é antes uma espécie de mudança de pele por meio da qual nos fazemos sensíveis a isto ou alérgicos àquilo. Não passa por convencer (discurso) ou seduzir (marketing), mas antes pela abertura de espaços, todo o tipo de espaços nos quais fazemos a experiência de outra forma de vida, de outra definição da realidade, de outra visão do mundo. Na luta pela hegemonia, a pele – a tua, a minha, a de todos – é o campo de batalha.

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

DOKA NERVOU E COBOU MAL NO DIALECTO FULA. DEIXA RIL EM PRETUGUÊS KAF KAF KAF

Doka, tu não aprendes com ninguém no teu relacionamento com JOMAV. Pergunte ao DSP, Braima Camará e Baciro Djá. Usa e deita fora, porque ele só pensa na primeira pessoa: EU.
Tu já estás descartado. O teu prazo passou. Bu na cobal mal tok bu cansa. I ka coba mal ku na pui JOMAV muda. OU BU COBA SI PAPÉ, PABIA I ÚNICO KUSSA KU I FALA I KA MISTI.
Ratcha cadera, sim, kila pudi mudal.

PUBLICAÇÃO DE DOKA A SEGUIR. MAMÉ DI JOMAV KU BACIRO KILAS KU IMÁS COBA MAL.
Todos falam mas ninguém faz um corno. O típico do guineense, querem tudo no frio mas ninguém se esforça.  É a improdutividade no seu mais alto nível. 
Hoje sexta, ninguém no seu posto de trabalho e os que estão,  antes da uma da tarde, desaparecem porque os muçulmanos na bai rassa.
Ok, muçulmanos na bai rassa e cristaos gossi tudo tá bai meskita.  Subuananlay; astafurlay. Hum hum. 
Em Inglaterra e em todas as empresas;  cada qual no seu intervalo vai para um cantinho e reza uma média de 15 minutos. Ahhh... 
Depois de 43 anos, damos de conta da competência. 
Não estamos A fazer nada.
Bissau está podre. O povo saturado.
A quem doer ou tocar que vá perguntar a um fula o significado de Botere banma, colodje banma, setere ina mudo, coti ina  ma, faturu.

Conversa de revolta no telefone de um alto funcionário da Presidência com um cidadão revoltado e irritado com a crise que JOMAV armou

Funcionário da Presidência - Alô! 
Cidadão Irritado - Alô sim.

Funcionário da Presidência - Brother, i ami
Cidadão Irritado - Ah. Nigga, i kuma.

Funcionário da Presidência - Djubi i passa nha dianti gossi
Cidadão Irritado - Kila i kim

Funcionário da Presidência - JOMAV
Cidadão Irritado - MITIL PÉ NA CADERA.

Funcionário da Presidência - Má bu sibi kuma i téné Seguranças
Cidadão Irritado - Kumsa na kilas

Autor: Tiran Pé na Cadera
Dono da Passada - Odjadur - Colaborador dos 15 bandissalons
A Guiné-Bissau arrecadou 14,3 mil milhões de francos CFA (21,8 milhões de euros) numa venda de títulos do tesouro realizada na terça-feira, anunciou hoje a agência da União Monetária de África Ocidental (UMOA, sigla francesa).
As propostas de compra ascenderam a 17 mil milhões de francos CFA e 14,3 mil milhões foram aceites - um valor superior aos 13 mil milhões previstos inicialmente no anúncio da emissão de dívida.
Os investidores vão beneficiar de uma taxa de juro média é de 5,9% a dois anos.
Esta foi a terceira e última vez que a Guiné-Bissau recorreu aos mercados financeiros em 2016, depois de já ter emitido 24 mil milhões de francos CFA (36,5 milhões de euros) em dívida pública, segundo dados da agência da UMOA.
Fazem parte da união monetária o Benim, Burkina Faso, Costa do Marfim, Mali, Togo e Guiné-Bissau.
Lusa.

JOSÉ MÁRIO VAZ. UM PRISIONEIRO DE CONSCIÊNCIA SUA E DA SOMBRA DOS OUTROS

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ISTO É PARA TI JOMAV. 56 ANOS DE IDADE, NÃO APRENDESTE NADA NA VIDA, A NÃO SER DIZER MERDAS

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JOMAV FORONTA MALLLLLL. ANTA DJINTIS KU FALAL BÁ "BATI KÓ MEDI" NUNDÉ ELIS?????? PA É SAI MAS. ES BIAS CANTIGA NA SEDU "NOMIA KÓ MEDI". Há coisas sérias que devem ser tratadas como tal. Mas, tendo um Presidente louco como JOMAV é este pais que temos, de mentira e hipocrisia.

COMBERSA KU JOMAV SOBRA KUEL

SI MPUI OLIVAIS, PRS KU OS 15 NA BLOQUIA
SI MPUI FADIA, PAIGC NA BLOQUIA

NUDADE, FIDJI DA MERDA DI JOMAV, AFINAL I TA MEDI. PABIA DI CARTA ANÓNIMA KU PUBLICADO NA BLOG DI ALY SILVA, HOMI FALA DJINTIS KUMA BIÁS DI BRASIL PA CIMEIRA DI CPLP MAINA

Bandido, afinal não és tão macho como armas. Burro como o teu pai. nem sabes onde representar a Guiné-Bissau. Consegue ir a TCHAD, Sudão, CONGO, Gâmbia e outras terras de ditadores, mas o Brasil onde a CPLP vai discutir a vida das comunidades ficas em Bissau.
JOMAV já não vai ao Brasil, ponto final...

FALECEU O ESCRITOR E JORNALISTA, RUI BRITO E SILVA

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

João Aladje Fadia, Primeiro-ministro que JOMAV escolher: CONTINUAÇÃO DA CRISE

SI BU CA CANSA NÓ CANA CANSA

BUBO NATCHUTO RECEBIDO EM AUDIÊNCIA PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA

TRANFICANTE DE DROGA ALIÁS ''DUNO DI TCHON NA SI TCHON''
BUBO NA TCHUTO, UM ''COMBATENTE DA LIBERDADE DA PÁTRIA'' DE TRETA!!!
O QUE ESTE BANDIDO / TRAFICANTE DE DROGA DEVE FAZER É IR JUNTAR-SE AO ANTONIO INDJAI E FAZEREM A LAVOURA.
MAS DESDE QUANDO UM CHEFE DE ESTADO MAIOR DA ARMADA (SEM A DITA ARMADA), JULGADO E CONDENADO A 4 ANOS DE PRISÃO POR TRÁFICO DE DROGA, DEVE OU MERECE SER REINTEGRADO DE NOVO NAS FILEIRAS DA MESMA FORÇAS ARMADAS ?!?!?!
A OUSADIA DE BUBO NA TCHUTO EM QUERER SER REINTEGRADO NAS FILEIRAS DAS FARP É UMA CLARA DEMONSTRAÇÃO DE ''FORÇA'' E DA ''INFLUÊNCIA'' QUE ESTE BANDIDO AINDA TEM NA NOSSA TERRA E NAS NOSSAS FARP. TUDO ISSO É UMA AFRONTA A NAÇÃO E AO PROPRIO POVO GUINEENSE.
BUBO NA TCHUTO E OS SEUS ACÓLITOS QUE SAIBAM UMA COISA. A REINTEGRAÇÃO DESTE TRAFICANTE DE DROGA NAS FARP NUNCA DEPENDE E NUNCA DEPENDERÁ DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA, JOSÉ MARIO VAZ.
A PRONÚNCIA SOBRE A REINTEGRAÇÃO DE BUBO NA TCHUTO (DEPOIS DE SER JULGADO, CONDENADO E PRESO POR CRIMES DE TRAFICO DE DROGA) CABE AO TRIBUNAL MILITAR DO PAÍS, NÃO O PRESIDENTE E MUITO MENOS A BENEVOLÊNCIA DO PRESIDENTE DA REPÚBLICA!!!
BUBO NA TCHUTO, NO MINIMO, DEVE ENFRENTAR O NOSSO TRIBUNAL MILITAR PARA ASSIM SER APRECIADO DE NOVO, SOBRE O SEU INVOLVIMENTO NO TRAFICO DE DROGA, INCLUSIVE A SUA REITEGRAÇÃO OU NÃO NAS FILEIRAS DAS FARP.
MAS CLARO, AQUI ESTAMOS A FALAR DE UMA REPÚBLICA DAS BANANAS, ONDE IMPERA A LEI DA SELVA! NÃO VÃO FAZER NADA ATÉ O DIA QUE BUBO VIRE E DÊ MAIS UM GOLPE DE ESTADO !!!
FONTE: Conosaba (27-10-2016)
BUBO NATCHUTO RECEBIDO EM AUDIÊNCIA PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
O ex-chefe de Estado-Maior da Armada guineense, José Américo Bubo NaTchuto foi recebido hoje em audiência, pelo Presidente da República, José Mário Vaz.
À saída, Natchuto disse aos jornalistas que foi ao Palácio cor de-rosa, com propósito de cumprimentar o Chefe de Estado, após uma viagem longa e dura feita aos EUA.

Falando sobre o seu regresso nas fileiras das Forças Armadas guineenses, o militar afirma que tudo depende de “Comandante em Chefe das Forças Armadas”, neste caso, o Presidente Mário Vaz, e manifesta-se disponível para continuara a dar a sua contribuição ao país que lutou e conquistou nas matas contra o jugo colonial, “ porque sou Combatente da Liberdade da Pátria” disse Bubo.

Copi Colé: Augusto Poquena tem palavra!!! E diga apenas a verdade, SE POSSÍVEL

INVESTIGAÇÃO DC/ESCÂNDALO NA EMISSÃO DE PASSAPORTES DIPLOMÁTICOS E DE SERVIÇO


Na secretaria de Estado da Cooperação e Comunidades, com AUGUSTO POQUENA ao leme, o ambiente é de cortar à faca. É o orgia total. Ditadura do Consenso apurou que se vende cada passaporte diplomático por 500.000 fcfa (pouco menos de 1000€).

Um investigação do DC apurou que foram já emitidos, no total, 85 passaportes (52 diplomáticos e 33 de serviço). Por que motivo, ninguém sabe!!!

No mês de julho, emitiram-se 15 passaportes diplomáticos e 13 de serviço; no mês de agosto foram 12 diplomáticos e 16 de serviço e em setembro 25 passaportes diplomáticos viram a luz do dia e 4 de serviço tiveram a mesma sorte.

A situação chegou a tal ponto que um dos assessores de Augusto Pequena, Fernando Yala, do mesmo partido - o PRS (o tal partido que só ganhou uma eleição em 2001...e manda na Guiné-Bissau até hoje e até ameaçam agora o PR JOMAV com golpe de Estado) - deixou mesmo de ir ao serviço, de tanta vergonha.

DC sabe que o próprio MNE, Soares Sambu, sabe disso e anda com os cabelos em pé. Ao PGR, Sedja Man, que mande investigar, pois lá na Europa estão à espera deles...AAS
O líder do PAIGC apelou hoje ao Presidente da República a pôr termo à "grave crise institucional", assumindo as suas responsabilidades de garante da estabilidade governativa.
Para Domingos Simões Pereira, as auscultações promovidas pelo Presidente até com os partidos políticos sem representação parlamentar demonstram que José Mário Vaz está a descredibilizar o acordo de Conacri e a desrespeitar a Constituição da República.
"O Presidente só é Presidente se respeitar a Constituição. Se não... veremos o que lhe vai acontecer", disse.
"O Presidente da República deve garantir o normal funcionamento das instituições. Elas não funcionam. Esperávamos uma atitude diferente do Presidente, o que não encontramos".
Domingos Simões Pereira entende que se o Presidente não tiver soluções deve convocar novas eleições legislativas antecipadas.

TU ESTÁ NO SILÊNCIO A ESPERA DI DUNU DI TCHON. JOSÉ MÁRIO VAZ

JOMAV, BU PAPÉ CATA BURGUNHO. EL KU CA CRIA SI FIDJU, ku na mata mata djintis. SI BU MISTI, SAI ALI NFIRMA NA BU PORTA PA NÔ MITI KUMPANHER PÉ NA CADERA. SIS!!! TUDU KUSSA JOMAV JOMAV. BURRO SUMA PORTA, BU PENSA ASSIM KU NÔ BURRO. CADA HORA IABRI BOCA, NKA MATA NINGUIM. KIM KU MATA GARANDIS DI PAIGC? TENSÃO. KIM KU RANDJA TENSÃO? JOMAV, MBURGUNHU BU MAMÉ DÉH! SI NKA BURGUNHU EL, AH, NÔ NA TCHIU CAU DI FIRMA AMI KU BÓ

BU FALA PA KA TCHOMAM BU PAPÉ, NTCHOMAL. BANDIDU, FURADUR DI PALMERA, KU BAI IMIGRA PATA NA TCHON.

Autor: Bissiadur di Facebook

AUSCULTAÇÃO DO PR AOS PARTIDOS É "DESAPROPRIADA"


O presidente do PAIGC, Domingos Simões Pereira, classificou hoje como "desapropriada" a auscultação do Presidente da República da Guiné-Bissau às forças políticas realizada esta semana.

"Voltar agora a convocar as forças políticas" é uma "tentativa de descredibilizar o Acordo de Conacri" de "forma desapropriada", referiu Simões Pereira aos jornalistas, depois de ter sido recebido pelo chefe de Estado, José Mário Vaz.

Os partidos com assento parlamentar e outras entidades assinaram um acordo a 14 de Outubro passado para ultrapassar a crise política no país, mas não há consenso quanto à figura que o Presidente deve nomear como novo primeiro-ministro.

O general Umaro Sissoko, o diretor do banco central, João Fadia, e um quadro do PAIGC, Augusto Olivais, são os três nomes em cima da mesa - sendo este último defendido pelo partido de Simões Pereira, que venceu as eleições de 2014.

No entanto, a maioria que está no Governo, formada pelo Partido da Renovação Social (PRS) e por um grupo de 15 deputados que se afastaram do PAIGC, nega haver entendimento em redor de Augusto Olivais, como hoje frisou Florentino Pereira, secretário-geral do PRS, ao deixar a presidência.

Braima Camará, ouvido em representação do "grupo dos 15", frisou que o acordo prevê que seja José Mário Vaz a escolher um nome.

"O que falta é a Assembleia Nacional Popular funcionar", referiu o primeiro-ministro Baciro Djá, um dos 15, escudado na aliança maioritária com o PRS.
O PAIGC domina os órgãos parlamentares, recordou Inácio Correia, vice-presidente da assembleia, que depois do encontro com o Presidente admitiu que a crise possa prolongar-se.

Se não houver nenhuma solução, Agnelo Regalla, presidente da União para a Mudança, admitiu hoje que talvez seja melhor avançar para eleições antecipadas.

Das outras duas forças no parlamento, Vicente Fernandes, do Partido da Convergência Democrática (PCD), defendeu que "a crise não pode continuar", enquanto Iaia Djaló, do Partido da Nova Democracia (PND, defendeu como necessárias as reformas legislativas previstas no Acordo de Conacri.
Rispito.com/Lusa, 26-10-2016

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

DIDINHO, ESCREVEU ISTO? NÃO ACREDITO. SINCERAMENTE. POR NÃO ACREDITAR, ATÉ AMANHÃ ÁS 8 HORAS TERÁS ESTE ESPAÇO

Uma mediação capaz de solucionar a crise política na Guiné-Bissau tem que ser feita necessariamente na Guiné-Bissau e com a presença de mediadores nacionais e internacionais de "peso" que possam estar no mínimo 1 semana no país a fim de ouvirem as partes da crise, e entre propostas e contra-propostas, todos terem tempo para reflectir, consultando as suas estruturas, no intuito de assumirem a necessidade de se pôr fim à crise através de cedências, visando salvaguardar o Interesse Nacional.
O Presidente da República também é parte da crise e deve fazer parte dos encontros de mediação e não ficar de fora, quando o que se está a mediar é precisamente a salvaguarda do Interesse Nacional, pela viabilização do país, bloqueado que está pela crise política.
Como foi possível o erro da deslocação de tanta gente a Conacri, sem a presença do Presidente da República da Guiné-Bissau?
Como perceber que cada participante da reunião de Conacri apresente a sua versão de um Acordo que teve um Documento final oficial, com os 10 pontos de um suposto Acordo rubricado pelos representantes das partes presentes?
O que tem a dizer a CEDEAO sobre o assunto?
Houve ou não Acordo em Conacri?
Quem foram os subscritores do Acordo e o que consta de facto desse Acordo?
Ao Presidente da República da Guiné-Bissau, deve-se questionar o seguinte: Se tudo passaria, ou passará por ele, em função do que lhe satisfaz em matéria de confiança, quando não está em causa a confiança pessoal, mas sim institucional, para que foi preciso o encontro de Conacri?
Para quê falar em mediação, em mediadores, se tudo terá que passar pelo Presidente da República, que também é parte da crise, não a única, obviamente, como sempre dissemos?
Positiva e construtivamente.
Por: Fernando Casimiro 26.10.2016

DOKA, EM QUÊ É QUE FICAMOS. FELIZMENTE CONFIRMASTE O NOME. SÓ O BURRO DO PAI DE JOMAV É QUE NÃO SABE QUE FOI JOMAV QUEM PROPOS O NOME. O PAIGC PROPOS O NOME DE CARLOS CORREIA. VIROU PARA AUGUSTO OLIVAIS, PORQUE TODOS FORAM PEDIDOS PARA ESCOLHER O NOME NOS NOMES QUE JOMAV MANDOU. PORTANTO O TEXTO A SEGUIR É TEU, NÃO TEM SENTIDO

DOKA ESCREVEU ISTO:
Núcleo de ouro do DSP não quer A. Olivais como Primeiro Ministro. Aliás, quando foram confrontados com seu nome a Direção do PAIGC disse que este Sr. que não mata mosca não pode ser Primeiro Ministro.
Visto que havia pouca margem de levar os signatários a suas jogada, tiveram que fingir que tinha sido eles a fazer finca pé para escolha desta figura.
Na verdade, o DSP não quer ver o fim dessa crise por isso estão a todo custo alimentar crise por eles criado. 
Como sempre para terminar, Doka Internacional alerta ao Sr. Olivais que foi o Presidente JOMAV quem o propôs não os que querem vangloriar com seu nome.

DIFINIÇÃO DO ESPERADO E DESESPERADO GOVERNO ZIKA LIDERADO POR PRAGMATÍCO BACIRO DJA

Resultados do Governo Zika Pragmático de Baciro Djá em apenas 4 meses de existência:

O pragmatismo do Governo de Baciro Djá levou o ministro das Obras Públicas Malam Bandjai a desviar perto de 400 milhões de Francos CFA no Fundo Rodoviário;

O pragmatismo do Governo de Baciro Djá levou o ministro do Turismo Malam Djaura a desviar mais de 5 milhões de Francos Cfa, do fundo da MTN;

O pragmatismo do Governo de Baciro Djá, levou o ministro das Pescas Fernando Correia Landim a mandar enterrar mais de 400 toneladas de peixes frescos;

O pragmatismo do Governo de Baciro Djá levou pela primeira vez a fuga em massa de mais de duas dezenas de prisioneiro no Centro de Detenção da PJ em Bissau;

O pragmatismo do Governo de Baciro Djá, levou Baciro Djá a levantar 500 milhões de Francos Cfa das mãos do Malvado JOMAV para construção da Avenida João Bernardo Vieira;
O pragmatismo do Governo de Baciro Djá levou os sindicatos de ensinos a decretarem greves de há mais de 30 dias nas escolas públicas;

O pragmatismo do Governo Zika do Baciro Djá provocou o aumento de cortes de energia eléctrica e os largos períodos de atrasos no pagamento de salários aos funcionários públicos.

De tudo isso o que anda Sedja Man a fazer!

JOMAV, o Malvado!

Braima Sanca (Sé Caderas, entre amigos)

Copi colé, a partido do Blog de Aly Silva

ATENÇÃO ESTADOS SCHENGEN: Cada governante que sai de Bissau, leva uma corja de incompetentes e analfabetos — imigração ilegal!!! E cobram uma pipa de massa....Abram os olhos, europeus. AAS

O ministério dos Negócios Esquisitos, perdão Estrangeiros que diga QUANTOS PASSAPORTES DE SERVIÇO foram passados desde que os gatunos tomaram o poder. AAS

PARTIDOS SEM ASSENTO PARLAMENTAR PEDEM JOMAV PARA DISSOLVER ANP E IRMOS, EM CONJUNTO COM ELE, PARA AS ELEIÇÕES

JOMAV, O BURRO DO TEU PAI NÃO TE ENSINOU NADA DE COBA DE DJANFA. PERGUNTE, A TEORIA DI COBA DI DJANFA.

FIGA CANHOTA ARMANDO QUADÉ. CRUZ KU BU BOCA. GOLPE KILA NÓ CANA PENSA NEL, EMBORA I MERECE DADO

NÃO AO GOLPE DE ESTADO! NÃO QUEREMOS MAIS NENHUM GOLPE DE ESTADO NA RGB !!!
GOLPE DE ESTADO NÃO É A SOLUÇÃO, NÃO IMPORTA A RAZÃO !!!
ATENÇÃO:
JOSÉ MARIO VAZ ASSUME O PODER COMO UM HOMEM, COMO UM VERDADEIRO PRESIDENTE DE UM PAÍS PARA ASSIM EVITAR MAIS UM GOLPE DE ESTADO NA REPÚBLICA DA GUINÉ-BISSAU
Presidente Kumba Yala preso por militares (Lusa)
06h39 - 14/09/2003
LISBOA, 14 set (AFP) - O presidente de Guiné-Bissau, Kumba Yala, derrubado neste domingo por um golpe militar, foi preso pelo Exército, anunciou a agência de notícias portuguesa Lusa, que cita uma fonte militar.
O chefe de Estado-Maior das Forças Armadas anunciou em um comunicado que os militares tomaram "o poder constitucional" e pediu à população que evite atos de vandalismo.
Justificou o golpe de Estado pela incapacidade do governo de Kumba Yala de resolver os problemas mais urgentes do povo. Segundo a agência Lusa, o primeiro-ministro Mario Pires, que estava no momento no sul do país, também foi preso.

JOMAV informou aos 15 que vai nomear Sissoko ao cargo do Primeiro-ministro - custe o que custar - e promete assumir todas as consequências. No Bai Son!

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Descubram SEMELHANÇAS ENTRE JOMAV E KOUMBA YALÁ: Quem tiver e fazer igual que mande

Kouma Yalá, hostilizou o PRS logo depois de ter sido eleito
JOMAV hostilizou o PAIGC

Koumba Yalá jogava bilas em tempos livres na casa de pedras
JOMAV dança na hora de expediente, ouvindo a música na sede do PAIGC

Koumba Yalá pronunciava o nome do pai, para ressalvar a boa educação da tabanca que recebeu
JOMAV chama o pai para mostrar que foi um emigrante rico e que lhe fez um homem rico

Koumba Yalá atacava a elite defendendo o povo da tabanca
JOMAV ataca o povo, gabando-se de ser ele, o melhor trabalhador na Guiné-Bissau

Koumba Yalá não odiava o PRS, mas sim a RGB e o PAIGC
JOMAV odeia o PAIGC e promove o PRS e o PND

Koumba Yalá nunca teve um alvo a abater
JOMAV quer acabar com o DSP e seus amigos

Koumba Yalá não era apaixonado por nenhum deliquente
JOMAV vai morrer atrás de deliquentes e ditadores. Ama-os

Koumba Yalá sempre que viajava, vinha com o dinheiro na pasta e entregava publicamente
JOMAV fez mais de mil viagens e nunca disse se recebeu dinheiro ou não, mas todos sabem que recebe

Koumba Yalá não gaba tanto do seu passado
JOMAV quer que o mundo acredite que é melhor filho da Guiné-Bissau

Koumba Yalá fez a presidência aberta logo no segundo mês do mandato
JOMAV dois anos e três meses, só vai Caliquisse

Koumba Yalá promoveu o grupo étnico Balanta
JOMAV quer fazer todos acreditarem que é melhor filho do grupo étnico manjaco

Koumba não tinha conta bancária
JOMAV tem conta na Guiné e noutras partes do mundo

Koumba Yalá tem no Ernesto de Carvalho, o melhor amigo
JOMAV não tem amigos, mas faz alianças de circunstâncias

Koumba Yalá batia na mulher, nmas depois as relações normalizavam
JOMAV bate na mulher e corta relações (alguma vez, alguém o viu em público a falar com a mulher?)

Koumba Yalá ria-se com o povo até dançava em público
JOMAV nunca riu-se com ninguém

O pai de Koumba Yalá é lavrador e sedentário
O pai de JOMAV é emigrante BANDIDO.

DL - Amigo do Jurista
combatenteconhecido@gmail.com



Ami ndiskunfia. Baciro Djá na perto Bubo,

O primeiro-ministro Baciro Djá afirmou hoje estar feliz pelo regresso de Bubo Na Tchuto, um cidadão com estatuto de combatente da liberdade da pátria.
Djá entende que o Estado deve zelar pelo bem estar dos seus cidadãos.
Bissau recebeu em euforia na madrugada de sábado o antigo líder militar Bubo Na Tchuto, libertado pelos Estados Unidos da América após cumprir três anos e meio de prisão por tráfico de droga.
O contra-almirante, ex-Chefe do Estado-Maior da Armada guineense, 67 anos, chegou a Bissau às 01:30 (02:30 em Lisboa) num voo comercial oriundo de Marrocos e antes que alguém o visse, preferiu receber o filho sem sair do carro que o pegou à porta do avião.
Só depois do encontro de família a que se juntou a mulher é que Bubo enrolou uma bandeira da Guiné-Bissau ao pescoço e saiu da viatura, gerando-se uma comoção que arrastou centenas de pessoas durante duas horas, até o antigo líder militar conseguir chegar a um hotel na baixa da cidade.
"Bubo, Bubo", foi o grito da multidão, com muitos jovens e vários atropelos: valeu de tudo para tentar chegar perto dele - enquanto o próprio assistia a momentos de tensão entre os militares que o protegiam por não se entenderem sobre como sair do aeroporto.
A custo, conseguiu entrar num carro que em poucos segundos ficou coberto de gente aos pulos e a bater palmas.
"Estou muito emocionado", gritou Samuel Enfada, ao tentar abraçar o "tio Bubo".
Ao lado, Elson Enfada recordou o passado do antigo líder militar na luta pela independência da Guiné-Bissau para o classificar como "um verdadeiro combatente da liberdade da pátria".
Por: Lo Baptista/ Rádio Jovem

AUSCULTAÇÃO PARA FOTOGRAFIA


O nosso presidente jurou solenemente cumprir e defender a constituição da República talvez por isso enveredou pela obsessão de cumprir regras elementares baseada em defesa intransigente da própria constituição, chamando todas as forças vivas para auscultação que visa nomear um novo primeiro ministro (cujo assumiu publicamente que acordo lhe reserva esse direito ) tudo bem, talvez ilustre presidente esqueceu que o acordo de CONAKRY esfaquea todo o princípio básico constitucional, isto é : é um pacto a margem da nossa lei magna , porém, dispensa formalidades nela exigido .
Esta tática de sair bem na fotografia que corrói a boa maneira dos políticos, tem que acabar, procurando apresentar bom pinta e se sair de messiânico, todavia, está bem claro que acordo de CONAKRY é só para fotografia e esta auscultação idem
Para não irmos mais longe , apesar de toda damogogia e alarme que se faz em torno desse acordo , que no começo erra reservado para sua materialização em bissau dentro das normas estabelecidas , mais que o PAIGC consegue fazer com que todos entrassem no meio disso tudo ,até sociedade de treta resolveu dar a sua explicação turvo, como se fosse/fez representar no solo vizinho, a declaração do seu candido presidente é mais um golpe deferido no peito desse pacto
Lemos algures, de A a Z , tudo que assenta elementares pontos do acordo, mais talvez assinantes botaram tapa-rostos no lugar de óculos na hora de assinar e depois reclamam mais do que foi debatido e rubricado, ora,senhor presidente escolhe um dos três nomes e nos poupe de auscultação rançoso. porque o acordo em si é vicioso no seu tudo. Entretanto, os que assinaram o ponto um de pacto que assumem as suas responsabilidades perante membros dos respectivos partidos.
CARLOS SAMBU