sexta-feira, 30 de setembro de 2016

CARLOS LOPES/A VEZ DE ÁFRICA: Da União Africana para Secretário-Geral da ONU?

"Carlos Lopes, inteligentemente, faz uma retirada antecipada e estratégica visto que, brevemente, as Nações Unidas terão um novo Secretário-Geral e certamente vão ocorrer mudanças na maioria dos Comissários, Secretários-Gerais Adjuntos e Representantes permanentes. Carlos Lopes aproveita a oportunidade surgida para a União Africana com a nobre e curricular tarefa da sua reforma, passando desta feita a residir na África do Sul, deixando Addis Abeba, na Etiópia.


Com esta nova função, abre-se-lhe a grande oportunidade: a chegada do momento de África apresentar o seu candidato para dirigir a ONU. Será um caminho aberto ao Sociólogo e Investigador de renome mundial para concorrer por mérito e com o apoio inequívoco da maioria dos países de expressão portuguesa e anglófona.

Guineense, Carlos Lopes foi Representante do PNUD no Zimbabwe, no Brasil e chefiava agora a UNECA. Mas com a residência já confirmada na África do Sul, será a oportunidade de angariar simpatia do país motor da economia da região da SADC, e de África, além da própria Etiópia, pais que alberga a Sede da UA.

Congratulations, caro e ilustre compatriota. Embaixador da Pátria de Cabral no mundo fora. Deus lhe abençoe e lhe proteja. Viva a Guiné-Bissau e que vivam os guineenses.

Justino Lima
"

Copiado a partir do Blog de Aly Silva

Anísio Indami: "PIADA" DO ANO 2016

Iten kussas ku bu kata bim pudi kala..Billlaaaiiii
"Primeiro Ministro" di Guine Bissau kuma...
Na 11 Juiz di Supremo Tribunal
Kil 6 ku assina i ka maioria.
Kkkkkk
Noticia ku Braima Darame kordan kel na si mural aos...
Pera n djuda...Dutur pun....
No nsaia conta inda...
1 pauzinho.. 2 pauzinhos..3pauzinhos..11 pauzinhos..
Si bu Tene 11 mango
Bu bin kume 5 Ita sobra 6
11-5=6
Ou sibi Tene 6 e bin buriu 5 buta completa 11
Nton 6+5 = 11
Senhor "Primeiro Ministro"
6 i maior ki 5 ...seja na Francis, Criol, purtuguis, inglis , arabe, chinês,... 6 mas 5 tchiu son...
6>5
6>5
6>5
...
5<6
5<6
5<6
Pera nriba paka bim piorau...fica nan na..
6>5
6>5
6 mas tchiu di ki 5
Ou nhu misti pa ndisenha mango??
Kkkkkk...
Borgonha mundial....!!!
Nos Tan bona fala suma ami i balanta ku manda mpudi matemática...?? Kkkkkk

PAIGC ESTÁ DE PARABENS...

Por: Armando Quadé
O PARTIDO E O SEU LIDER, DSP, ESTÃO A FAZER TODO O POSSIVEL PARA RECONCILIAR COM OS 16 DISSIDENTES QUE VIOLARAM OS PRINCÍPIOS E DIRETRIZES DO PARTIDO.
UMA ALERTA: O PROBLEMA SERÁ E SEMPRE SERÁ O MENINO POLITIQUEIRO COM AMBIÇÃO DESMEDIDA, O TAL DE BACIRO DJÁ.
BACIRO DJÁ FAZ-ME LEMBRAR MUITO DE BACIRO DABÓ E TUDO QUE ISSO IMPLICA! VAMOS ENTÃO VER O FIM DESSE RAPAZINHO MEDIOCRE/DOUTORZINHO DE MEIA TIGELA, MAL-EDUCADO E PROFUNDAMENTE INCOMPETENTE QUE JURA LEVAR O PAÍS AOS RASTOS...

FONTE: ANG Bissau (29-09-2016)
PAIGC promove reconciliação com “grupo dos 15”
Bissau, 29 Set 16 (ANG) - A Direção do Partido Africano da Independência da Guiné e Cabo Verde (PAIGC) convoca o “grupo dos 15”, entre os dias três e cinco do próximo mês, para um encontro de reconciliação interna.
Conforme o comunicado de imprensa desta formação política, o Secretariado Nacional do PAIGC promove este encontro no seguimento das instruções do seu Presidente, Domingos Simões Pereira, que pronunciou nesse sentido na celebração dos 60 anos do partido, no passado 19 de Setembro.
“Vimos assim, apelar a todos para o reagrupamento da família do PAIGC a volta deste vibrante apelo do Presidente do Partido feito na data fundação do nosso grande e glorioso partido, o PAIGC”, refere o documento do Secretariado Nacional dos “libertadores”.
Os 15 parlamentares eleitos pelas listas do PAIGC, foram expulsos, este ano do partido, por alegadamente terem desobedecido a “disciplina partidária”, ao optarem pela abstenção que contribuiu para a não aprovação do Programa do governo dirigido por Carlos Correia, no parlamento.

O apelo a reconciliação surge numa altura em que é aguardada a formação de um governo de consenso e inclusivo, ao abrigo de um acordo já firmado, por iniciativa da CEDEAO, pelas principais forcas politicas (PAIGC e PRS), o Presidente da República e o presidente da Assembleia Nacional Popular.

Embaixadas da Guiné-Bissau sem salários há 5 meses

Vive-se uma autentica penúria nas casas de diplomatas guineenses em todas as Embaixadas do País. Em causa estão 5 meses de salários  em atraso, vários já receberam ameaça de despejo por não pagarem renda de casa, alguns já com ultimato de bancos para saldarem créditos.

O Ministério da Economia e Finanças em silencio e quando vão se pagar será apenas um mês segundo as nossas fontes dentro do Ministério.

O Primeiro Ministro e o Presidente da República não se preocupam com a situação.

JOMAV fecha as embaixadas se o governo não consegue pagar  salário dos funcionários.  

Anónimo

JOMAV E BACIRO DJÁ O PAÍS ESTÁ A ESPERA DE EXPLICAÇÕES SOBRE OS INVESTIDORES ALEMÃES DE WEST ÁFRICA

Vocês preferem mediatizar o resgate, que não é mau porque foi aprovado por todos e o dinheiro foi dado aos investidores nacionais. Falam disso de boca cheia, mas não falam dos alemães e dos negócios ue fizeram. Aliás, o JOMAV nunca falou sobre o resgate, porque sabe o porquê. O Braima Camará nunca falou do resgate e sabe o porquê?
Agora, todos os dados mostram que os alemães enganaram-vos, mas não dizem nada. JOMAV tu és uma vergonha.
Mas não pense que nós vamos esquecer este assunto. Como és ingrato suspeitas de toda gente, vamos fazer-te GALINHA PORQUÊ.

DOKA ESTÁ A SER INSULTADO... DOKA, ESTA GENTE JÁ NÃO INTERESSA POR NINGUÉM, PORQUE ESTÃO DE MALAS AVIADAS. BACIRO DJÁ VAI E NÃO VOLTE MAIS. FOSTE A MAIOR DECEPÇÃO QUE UM PAÍS PODIA EXPERIMENTAR. DE MUITA MERDA QUE JOMVA FEZ NESTE PAÍS, A MELHOR MERDA FOI NOMEAR-TE COMO PRIMEIRO-MINISTRO, PARA QUE O MUNDO POSSA CONCLUIR QUE TU NÃO TENS NAD NA CABEÇA. BANDIDO DA MERDA FUMADUR DI IAMBA.

Alguns elementos deste governo, aliás na sua maioria estão me desafiando,  estão a cotucar o tigre com vara curta. 
Na tchoma NOMI.
Que ninguém me venha a tratar ou chamar de traidor. 
Cuidado, bo kudim.  Parem de me tratar de merda. 

http://dokainternacionaldenunciante.blogspot.com/http://dokainternacionaldenunciante.blogspot.com/

REALIDADE DO GOVERNO DE BACIRO DJ´RELATADA EM PRIMEIRA PESSOA POR DOKA

MEU DEUS, ISTO SÓ MESMO AQUI. DEPOIS DE 43 ANOS DE INDEPENDÊNCIA, NÃO PODEMOS CONTINUAR OU PERMITIR QUE A GUINE BISSAU SIGA NO RUMO EM QUE ESTA.
BASTA DE MENTIRAS, DE TRAIÇÕES, MALDADE, INTRIGAS, PERSEGUIÇÕES, ESPANCAMENTOS, TORTURAS E ASSASSINATOS.
O GUINEENSE TEM QUE SABER DIALOGAR, ENTENDER, TOLERAR, PERDOAR, AMAR E AJUDAR.
ESTAMOS PERDIDOS, DEFINITIVAMENTE.
AQUI ENGANA- SE MUITO. AS PESSOAS MENTEM MUITO.

DISCURSO DE JOSÉ MÁRIO VAZ POR OCASIÃO DE 24 DE SETEMBRO

«Ramos do mesmo tronco, olhos na mesma luz, esta é a força da nossa união» 
«Viva a pátria gloriosa»

Caros compatriotas
Mulheres e homens guineenses

Estas são algumas passagens do nosso hino nacional que fazem eco no meu espírito, no momento em que comemoramos 43 anos da vitória do nosso povo e proclamação unilateral da independência do Estado da Guiné-Bissau, feita pela augusta Assembleia Nacional Popular, a 24 de Setembro de 1973 nas colinas de Boé.

Neste dia de congratulação, saúdo e felicito a todos e cada um dos guineenses, onde quer que se encontrem, por mais este aniversario que nos é comum a todos. Mas, esta celebração é indissociável á devida e merecida homenagem aos nossos heróis nacionais «Quilis ku kata muri», como bem enaltece uma das mais belas manifestações da música moderna guineense.

Refiro-me a mulheres e homens como Amílcar Lopes Cabral, Osvaldo Vieira, Domingos Ramos, Pansau na Isna, Titina Silá, Canha Nan Ntungué e muitos outros como “Nino Vieira”, lendário Comandante da frente sul e proclamador da nossa independência. As vossas obras, os vossos sacrifícios, os vossos sonhos e as vossas paixões estão na essência da dignidade que desfrutamos hoje enquanto guineenses.

Em memória e reconhecimento do eterno agradecimento a todos eles e elas quantos sacrificaram a própria vida para que com imenso orgulho nosso a Guiné-Bissau seja hoje um Estado livre e soberano no concerto das Nações. Convido todos os presentes, bem como aqueles que nos ouvem através da Rádio, que me acompanhem num minuto de silêncio.
Muito obrigado

Enquanto Presidente da República, as minhas saudações especiais e reconhecimento de eterna gratidão.

Mulheres e homens Guineenses:                                                              
Num dia de carregado simbolismo, as minhas preocupações vão inteiramente para vós que sois “Ramos do mesmo tronco” e verdadeiros obreiros feito que ora se comemora. É nos Guineenses que penso desde que assumi o cargo de Presidente da Republica.


Temos a consciência de que estamos muito longe de atingir os vossos ideais, isto é, as motivações que vos obrigaram a abandonar as vossas famílias e o conforto das vossas casas para se tornarem Combatentes da Liberdade da Pátria.

Podem contar comigo nessa luta para uma Guiné Melhor, em que, em cada mesa do guineense se encontre um prato de arroz, mafé, um copo de água potável, educação e saúde para os nossos filhos. Portanto, uma Guiné de todos e para todos, sem excepção. Durante estes dois anos do meu mandato e do Governo, perdemos muito tempo nos jogos de poder e nos calculismos puramente partidários.

Tempo que devia ser dedicado ao trabalho, à planificação, ao ensino, ao conhecimento, à ciência, à solução de problemas concretos da população, à cultura, ao desporto, à construção e ao desenvolvimento do “homem novo”, que irá edificar aquela nova Guiné-Bissau da qual todos nós nos orgulharemos perante o mundo.

É este o verdadeiro desígnio nacional. E é este o projecto de concretização do sonho dos países fundadores da Nação que ocupa o espírito e o tempo do Presidente da Republica. Por isso, falemos da actual situação política, mas não demasiadamente. 

Apenas, para que os erros do passado sirvam de lição do que deve ser evitado no futuro, no novo rumo para o qual o Presidente da República convoca todos e cada um dos guineenses.

Como nos ensinou o nosso líder inspirador, Amílcar Cabral, falemos da política apenas o suficiente para “ter a consciência da situação da luta em cada momento “. Mas, sobretudo, com “os olhos na mesma luz”, tratemos das exigências do momento actual que desafiam a capacidade e o patriotismo das actuais lideranças político-partidárias. 

Face aos momentos difíceis que vivemos, é imperativo que todos os actores políticos tenham os olhos postos nos seus deveres, de acordo com a constituição e demais leis da República, que estabelecem os limites da acção de cada um na arena política.

Mais exigente do que narrar o historial da crise para todo o mundo ouvir e nos dar razão, valerá sempre mais pôr de lado o que nos divide, abrir se ao diálogo sincero e verdadeiros a verdade que, por sinal, para o Bispo Dom Sétimo, é a única capaz de nos libertar. Mais exigente do que o sacudir da culpa na praça pública, tendo em vista já os próximos embates eleitorais, importará sempre mais estabelecer diálogo e compromissos. Penso que é isso que verdadeiramente interessa, no final. E é esse o nosso desafio presente.

Não podia terminar o balanço destes dois anos sem falar de um ganho concreto e palpável, ou seja de sublinhar contudo que, a crise guineense já não é uma crise de cariz político-militar porque durante este lapso de tempo não temos senhoras viúvas, porque o marido foi morto pelo Presidente, José Mário Vaz, ou crianças órfãs, porque o país foram mortos pelo Presidente da República. A nossa crise é apenas uma crise eminentemente política institucional que deve encontrar junto dos Tribunais a melhor solução.

Caros compatriotas
A nível interno, criou se uma Comissão de Reconciliação Nacional, presidida pelo Padre Domingos da Fonseca e da qual sou o presidente de honra, visando a reconciliação entre todos os guineenses. ACcomissão fez o trabalho que lhe competia, infelizmente, ainda não conseguiu terminar a sua missão, mas há um manancial de informações disponíveis para a tão desejada reconciliação nacional.

Todavia, no quadro ainda da reconciliação nacional, os nossos amigos e vizinhos da sub-região também têm dado a sua contribuição, como testemunhamos recentemente, através da mediação dos Chefes de Estados da Guiné-Conacri e da Serra Leoa dando cumprimento à decisão da Conferência de Chefes de Estados e dos Governos da CEDEAO, em Dakar foi assinado um acordo com vista a ultrapassar a presente situação de bloqueio ao funcionamento da Assembleia Nacional Popular.

O acordo em 06 pontos, foi rubricado sem reservas pelo presidente da Assembleia Nacional Popular, pelo Primeiro-ministro, pelo presidente do PAIGC e pelo presidente do PRS. O entendimento então alcançado mereceu e merece total apoio do Presidente da Republica. 

O acordo foi assinado por todos, sem reservas. Repito, O acordo foi assinado por todos, sem reservas. Agora cabe aos guineenses interpelarem os seus subscritores sobre a implementação do mesmo.

Num dia de celebração, entendo que o melhor presente que os guineenses esperam de todos quantos se dignarem assinar este acordo é que sejam capazes de honrar a palavra assinada. Temos a perfeita noção de que a implementação deste acordo não é remédio santo para todos os nossos males.   

Mas trata-se de um importante passo e plataforma de consenso para o apaziguamento de tenções políticas, que permita garantir a estabilidade governativa até ao fim da presente legislatura. 

Assim, em, homenagem aos heróis e mártires da nossa história, que não olharam para os seus interesses individuais, mas ao interesse colectivo dos guineenses, convido e encorajo todos os actores políticos a darem prova de patriotismo e maturidade política, em prol dos mais altos interesses do nosso povo.

Caros compatriotas,
Restam três anos para as eleições presidenciais e dois para as legislativas. Quais deveriam ser as prioridades para o país neste momento? No meu entender deve começar pela formação de um Governo de Unidade Nacional, na base de entendimento entre o PAIGC, o PRS e o grupo dos 15, para fazer face aos grandes desafios do presente e do futuro. 

Aproveito igualmente para lançar um apelo a todos os guineenses para, perante as dificuldades do presente, nos inspirarmos com coerência nos exemplos da luta de libertação nacional. Só assim seremos capazes de romper com este ciclo quase inquebrável de crises-eleiçoes, crises-eleições que nos tem distraído a todos.

Minhas senhoras e meus senhores:
Hoje, celebramos o dia da nossa independência, que é o resultado da “força da nossa união”. E hoje, mais de nunca, necessitamos de mais união, mais solidariedade e mais altruísmo para que a nossa luta pelo progresso tenha mais força e mais resultados concretos. 

Assim, o Presidente da República estende as mãos a todos os sectores da nossa sociedade e convida todos a trabalharmos juntos, com base na verdade e no respeito pelas leis e pelas Instituições, a fim de colocarmos o país no rumo certo.

Vamos todos juntos “ramos do mesmo tronco”, com “os olhos na mesma luz”, trabalhar, trabalhar e trabalhar cada vez mais, colocando as “mãos na lama”, para gerar oportunidades e criar emprego, assim como garantir segurança e confiança, acabar com os privilégios para alguns e criar riqueza para todos, fortalecendo e consolidando as liberdades e direitos fundamentais para todos os guineenses.

Caros compatriotas; 
Para que sejamos bem sucedidos nesta empreitada, neste novo rumo, precisamos de juntos, combater os vícios de que enferma a nossa sociedade e nos atropelam a cada passo, impedindo-nos de caminhar na senda do progresso. Entendo que grande parte dos nossos problemas resulta da crise de valores que vêem corroendo a nossa sociedade e suas Instituições.

Por isso, mais do que responsabilizar apenas a classe política pelo desastre do país, cabe a cada um de nós responder a esta questão essencial, sobretudo, quando estão em causa os nossos próprios interesses: O que fazemos no dia-a-dia enquanto sociedade para combater males como a impunidade, a corrupção, o favoritismo, a indisciplina, a intriga, a inveja, a ociosidade e outros vícios contrários ao interesse nacional e a aspiração de estabilidade e bem–estar de todo um povo?

Há liberdade de pensar e de falar, mas, as injustiças e as promiscuidades estão entranhadas. A educação e a saúde são escassas e de fraca qualidade. A pobreza e as desigualdades persistem á volta. 

Não basta termos a consciência dos males, é preciso combate-los. Mas eficaz do que a condenação judicial dos males já identificados, é a condenação social que verdadeiramente interessa, isto quando não bastara condenação de familiares e amigos.

Mulheres e homens guineenses;
O desenvolvimento do nosso país pode ser conseguido apenas com trabalho e honestidade como em qualquer sociedade decente, só o trabalho dignifica o homem. É necessário conciliar o exercício das nossas liberdades á assunção das responsabilidades inerentes. 

A reclamação de direitos deve ser aliada á observância dos deveres de um cidadão exemplar, mais do que nunca, os guineenses precisam de bons exemplos. 

Quer vivamos no país, quer na diáspora, os esforços e sacrifícios de todos são poucos quando a tarefa é reerguer, desenvolver e dignificar o nosso país. Os desafios da luta que partilhamos com o mundo moderno a que somos hoje chamados a combater são básicos e simples.

Reformar a mentalidade dos guineense, combatendo os fenómenos nefastos que têm contribuído para o nosso atraso e o subdesenvolvimento, fortalecer as nossas Instituições, com mais transparência, interdependência e menos burocracias; Valorizar o conhecimento e a ciência, reforçando o ensino; aumentar a produção nacional e criar riqueza, promovendo uma verdadeira cultura empresarial e de rigor e trabalho intenso e duro; atingir a auto-suficiente alimentar; reduzir o nível de pobreza do nosso povo; combater o desemprego, sobretudo o desemprego jovem; reduzir as desigualdades sociais sobretudo, as baseadas no género; reduzir as mortalidades nos nossos Hospitais, principalmente a mortalidade materna e infantil; garantir o acesso aos cuidados primários de saúde e a escolaridade básicas para as nossas crianças, jovens, especialmente jovens rapariga; construir infra-estrutura estruturantes capazes de alavancar o nosso crescimento e desenvolvimento económico.

Minhas senhoras e meus senhores
A Guiné-Bissau não é seguramente, o país mais rico e nem com melhores condições para se viver, mas, de certeza, é o que nós é, mais querido e mais amado. Sirvo-me desta oportunidade para saudar todos os cidadãos estrangeiros que escolheram a Guiné-Bissau, como terra de residência e de trabalhar. 

Nesta janela de reconhecimento, quero deixar aqui o nosso reconhecimento e gratidão a todos os nossos parceiros internacionais e regionais, países e organizações que estiveram sempre ao lado da Guiné-Bissau, apoiando o nosso país na busca de caminhos para a consolidação da estabilidade e promoção do desenvolvimento. 

Igualmente, expresso reconhecimento e agradecimento á CEDEAO, sua Comissão e Estados membros, pelos apoios político financeiro, para os processos de estabilização segurança e reforma do sector de defesa e s Segurança. 

Também quero, mais uma vez deixar uma saudação especial e palavras de apreço e elogio ao trabalho realizado pelas mulheres e homens que integram a missão da ECOMIB, que continuam a prestar no país um serviço exemplar e profissional.

Caros concidadãos
Antes de terminar, permitam-me uma saudação muito especial as nossas forças de defesa e segurança pela excelente preparação da parada militar. De realçar que, nesta conjuntura política, o vosso distanciamento, das politicas é um exemplo de maturidades profissionalismo. 

Enquanto servidor deste povo, os guineenses podem e devem contar sempre comigo nos momentos difíceis, desde que esteja em causa a defesa do nosso bem comum. Termino, renovando os meus mais profundos sentimentos de crença na Guiné do futuro que hoje vos proponho.

Viva a nossa pátria gloriosa
Viva a Republica da Guiné-Bissau
Que Deus abençoe o povo Guineense.

Discurso na íntegra de JOMAV sobre 24 de Setembro

«Ramos do mesmo tronco, olhos na mesma luz, esta é a força da nossa união» 
«Viva a pátria gloriosa»

Caros compatriotas
Mulheres e homens guineenses

Estas são algumas passagens do nosso hino nacional que fazem eco no meu espírito, no momento em que comemoramos 43 anos da vitória do nosso povo e proclamação unilateral da independência do Estado da Guiné-Bissau, feita pela augusta Assembleia Nacional Popular, a 24 de Setembro de 1973 nas colinas de Boé.

Neste dia de congratulação, saúdo e felicito a todos e cada um dos guineenses, onde quer que se encontrem, por mais este aniversario que nos é comum a todos. Mas, esta celebração é indissociável á devida e merecida homenagem aos nossos heróis nacionais «Quilis ku kata muri», como bem enaltece uma das mais belas manifestações da música moderna guineense.

Refiro-me a mulheres e homens como Amílcar Lopes Cabral, Osvaldo Vieira, Domingos Ramos, Pansau na Isna, Titina Silá, Canha Nan Ntungué e muitos outros como “Nino Vieira”, lendário Comandante da frente sul e proclamador da nossa independência. As vossas obras, os vossos sacrifícios, os vossos sonhos e as vossas paixões estão na essência da dignidade que desfrutamos hoje enquanto guineenses.

Em memória e reconhecimento do eterno agradecimento a todos eles e elas quantos sacrificaram a própria vida para que com imenso orgulho nosso a Guiné-Bissau seja hoje um Estado livre e soberano no concerto das Nações. Convido todos os presentes, bem como aqueles que nos ouvem através da Rádio, que me acompanhem num minuto de silêncio.
Muito obrigado

Enquanto Presidente da República, as minhas saudações especiais e reconhecimento de eterna gratidão.

Mulheres e homens Guineenses:                                                              
Num dia de carregado simbolismo, as minhas preocupações vão inteiramente para vós que sois “Ramos do mesmo tronco” e verdadeiros obreiros feito que ora se comemora. É nos Guineenses que penso desde que assumi o cargo de Presidente da Republica.


Temos a consciência de que estamos muito longe de atingir os vossos ideais, isto é, as motivações que vos obrigaram a abandonar as vossas famílias e o conforto das vossas casas para se tornarem Combatentes da Liberdade da Pátria.
Podem contar comigo nessa luta para uma Guiné Melhor, em que, em cada mesa do guineense se encontre um prato de arroz, mafé, um copo de água potável, educação e saúde para os nossos filhos. Portanto, uma Guiné de todos e para todos, sem excepção. Durante estes dois anos do meu mandato e do Governo, perdemos muito tempo nos jogos de poder e nos calculismos puramente partidários.
Tempo que devia ser dedicado ao trabalho, à planificação, ao ensino, ao conhecimento, à ciência, à solução de problemas concretos da população, à cultura, ao desporto, à construção e ao desenvolvimento do “homem novo”, que irá edificar aquela nova Guiné-Bissau da qual todos nós nos orgulharemos perante o mundo.

É este o verdadeiro desígnio nacional. E é este o projecto de concretização do sonho dos países fundadores da Nação que ocupa o espírito e o tempo do Presidente da Republica. Por isso, falemos da actual situação política, mas não demasiadamente. Apenas, para que os erros do passado sirvam de lição do que deve ser evitado no futuro, no novo rumo para o qual o Presidente da República convoca todos e cada um dos guineenses.

Como nos ensinou o nosso líder inspirador, Amílcar Cabral, falemos da política apenas o suficiente para “ter a consciência da situação da luta em cada momento “. Mas, sobretudo, com “os olhos na mesma luz”, tratemos das exigências do momento actual que desafiam a capacidade e o patriotismo das actuais lideranças político-partidárias. Face aos momentos difíceis que vivemos, é imperativo que todos os actores políticos tenham os olhos postos nos seus deveres, de acordo com a constituição e demais leis da República, que estabelecem os limites da acção de cada um na arena política.

Mais exigente do que narrar o historial da crise para todo o mundo ouvir e nos dar razão, valerá sempre mais pôr de lado o que nos divide, abrir se ao diálogo sincero e verdadeiros a verdade que, por sinal, para o Bispo Dom Sétimo, é a única capaz de nos libertar. Mais exigente do que o sacudir da culpa na praça pública, tendo em vista já os próximos embates eleitorais, importará sempre mais estabelecer diálogo e compromissos. Penso que é isso que verdadeiramente interessa, no final. E é esse o nosso desafio presente.

Não podia terminar o balanço destes dois anos sem falar de um ganho concreto e palpável, ou seja de sublinhar contudo que, a crise guineense já não é uma crise de cariz político-militar porque durante este lapso de tempo não temos senhoras viúvas, porque o marido foi morto pelo Presidente, José Mário Vaz, ou crianças órfãs, porque o país foram mortos pelo Presidente da República. A nossa crise é apenas uma crise eminentemente política institucional que deve encontrar junto dos Tribunais a melhor solução.

Caros compatriotas
A nível interno, criou se uma Comissão de Reconciliação Nacional, presidida pelo Padre Domingos da Fonseca e da qual sou o presidente de honra, visando a reconciliação entre todos os guineenses. ACcomissão fez o trabalho que lhe competia, infelizmente, ainda não conseguiu terminar a sua missão, mas há um manancial de informações disponíveis para a tão desejada reconciliação nacional.

Todavia, no quadro ainda da reconciliação nacional, os nossos amigos e vizinhos da sub-região também têm dado a sua contribuição, como testemunhamos recentemente, através da mediação dos Chefes de Estados da Guiné-Conacri e da Serra Leoa dando cumprimento à decisão da Conferência de Chefes de Estados e dos Governos da CEDEAO, em Dakar foi assinado um acordo com vista a ultrapassar a presente situação de bloqueio ao funcionamento da Assembleia Nacional Popular.

O acordo em 06 pontos, foi rubricado sem reservas pelo presidente da Assembleia Nacional Popular, pelo Primeiro-ministro, pelo presidente do PAIGC e pelo presidente do PRS. O entendimento então alcançado mereceu e merece total apoio do Presidente da Republica. O acordo foi assinado por todos, sem reservas. Repito, O acordo foi assinado por todos, sem reservas. Agora cabe aos guineenses interpelarem os seus subscritores sobre a implementação do mesmo.

Num dia de celebração, entendo que o melhor presente que os guineenses esperam de todos quantos se dignarem assinar este acordo é que sejam capazes de honrar a palavra assinada. Temos a perfeita noção de que a implementação deste acordo não é remédio santo para todos os nossos males.   
Mas trata-se de um importante passo e plataforma de consenso para o apaziguamento de tenções políticas, que permita garantir a estabilidade governativa até ao fim da presente legislatura. Assim, em, homenagem aos heróis e mártires da nossa história, que não olharam para os seus interesses individuais, mas ao interesse colectivo dos guineenses, convido e encorajo todos os actores políticos a darem prova de patriotismo e maturidade política, em prol dos mais altos interesses do nosso povo.

Caros compatriotas,
Restam três anos para as eleições presidenciais e dois para as legislativas. Quais deveriam ser as prioridades para o país neste momento? No meu entender deve começar pela formação de um Governo de Unidade Nacional, na base de entendimento entre o PAIGC, o PRS e o grupo dos 15, para fazer face aos grandes desafios do presente e do futuro. Aproveito igualmente para lançar um apelo a todos os guineenses para, perante as dificuldades do presente, nos inspirarmos com coerência nos exemplos da luta de libertação nacional. Só assim seremos capazes de romper com este ciclo quase inquebrável de crises-eleiçoes, crises-eleições que nos tem distraído a todos.

Minhas senhoras e meus senhores:
Hoje, celebramos o dia da nossa independência, que é o resultado da “força da nossa união”. E hoje, mais de nunca, necessitamos de mais união, mais solidariedade e mais altruísmo para que a nossa luta pelo progresso tenha mais força e mais resultados concretos. Assim, o Presidente da República estende as mãos a todos os sectores da nossa sociedade e convida todos a trabalharmos juntos, com base na verdade e no respeito pelas leis e pelas Instituições, a fim de colocarmos o país no rumo certo.
Vamos todos juntos “ramos do mesmo tronco”, com “os olhos na mesma luz”, trabalhar, trabalhar e trabalhar cada vez mais, colocando as “mãos na lama”, para gerar oportunidades e criar emprego, assim como garantir segurança e confiança, acabar com os privilégios para alguns e criar riqueza para todos, fortalecendo e consolidando as liberdades e direitos fundamentais para todos os guineenses.

Caros compatriotas; 
Para que sejamos bem sucedidos nesta empreitada, neste novo rumo, precisamos de juntos, combater os vícios de que enferma a nossa sociedade e nos atropelam a cada passo, impedindo-nos de caminhar na senda do progresso. Entendo que grande parte dos nossos problemas resulta da crise de valores que vêem corroendo a nossa sociedade e suas Instituições.

Por isso, mais do que responsabilizar apenas a classe política pelo desastre do país, cabe a cada um de nós responder a esta questão essencial, sobretudo, quando estão em causa os nossos próprios interesses: O que fazemos no dia-a-dia enquanto sociedade para combater males como a impunidade, a corrupção, o favoritismo, a indisciplina, a intriga, a inveja, a ociosidade e outros vícios contrários ao interesse nacional e a aspiração de estabilidade e bem–estar de todo um povo?

Há liberdade de pensar e de falar, mas, as injustiças e as promiscuidades estão entranhadas. A educação e a saúde são escassas e de fraca qualidade. A pobreza e as desigualdades persistem á volta. Não basta termos a consciência dos males, é preciso combate-los. Mas eficaz do que a condenação judicial dos males já identificados, é a condenação social que verdadeiramente interessa, isto quando não bastara condenação de familiares e amigos.

Mulheres e homens guineenses;
O desenvolvimento do nosso país pode ser conseguido apenas com trabalho e honestidade como em qualquer sociedade decente, só o trabalho dignifica o homem. É necessário conciliar o exercício das nossas liberdades á assunção das responsabilidades inerentes. A reclamação de direitos deve ser aliada á observância dos deveres de um cidadão exemplar, mais do que nunca, os guineenses precisam de bons exemplos. Quer vivamos no país, quer na diáspora, os esforços e sacrifícios de todos são poucos quando a tarefa é reerguer, desenvolver e dignificar o nosso país. Os desafios da luta que partilhamos com o mundo moderno a que somos hoje chamados a combater são básicos e simples.

Reformar a mentalidade dos guineense, combatendo os fenómenos nefastos que têm contribuído para o nosso atraso e o subdesenvolvimento, fortalecer as nossas Instituições, com mais transparência, interdependência e menos burocracias; Valorizar o conhecimento e a ciência, reforçando o ensino; aumentar a produção nacional e criar riqueza, promovendo uma verdadeira cultura empresarial e de rigor e trabalho intenso e duro; atingir a auto-suficiente alimentar; reduzir o nível de pobreza do nosso povo; combater o desemprego, sobretudo o desemprego jovem; reduzir as desigualdades sociais sobretudo, as baseadas no género; reduzir as mortalidades nos nossos Hospitais, principalmente a mortalidade materna e infantil; garantir o acesso aos cuidados primários de saúde e a escolaridade básicas para as nossas crianças, jovens, especialmente jovens rapariga; construir infra-estrutura estruturantes capazes de alavancar o nosso crescimento e desenvolvimento económico.

Minhas senhoras e meus senhores
A Guiné-Bissau não é seguramente, o país mais rico e nem com melhores condições para se viver, mas, de certeza, é o que nós é, mais querido e mais amado. Sirvo-me desta oportunidade para saudar todos os cidadãos estrangeiros que escolheram a Guiné-Bissau, como terra de residência e de trabalhar. Nesta janela de reconhecimento, quero deixar aqui o nosso reconhecimento e gratidão a todos os nossos parceiros internacionais e regionais, países e organizações que estiveram sempre ao lado da Guiné-Bissau, apoiando o nosso país na busca de caminhos para a consolidação da estabilidade e promoção do desenvolvimento. Igualmente, expresso reconhecimento e agradecimento á CEDEAO, sua Comissão e Estados membros, pelos apoios político financeiro, para os processos de estabilização segurança e reforma do sector de defesa e s Segurança. Também quero, mais uma vez deixar uma saudação especial e palavras de apreço e elogio ao trabalho realizado pelas mulheres e homens que integram a missão da ECOMIB, que continuam a prestar no país um serviço exemplar e profissional.

Caros concidadãos
Antes de terminar, permitam-me uma saudação muito especial as nossas forças de defesa e segurança pela excelente preparação da parada militar. De realçar que, nesta conjuntura política, o vosso distanciamento, das politicas é um exemplo de maturidades profissionalismo. Enquanto servidor deste povo, os guineenses podem e devem contar sempre comigo nos momentos difíceis, desde que esteja em causa a defesa do nosso bem comum. Termino, renovando os meus mais profundos sentimentos de crença na Guiné do futuro que hoje vos proponho.

Viva a nossa pátria gloriosa
Viva a Republica da Guiné-Bissau
Que Deus abençoe o povo Guineense.

quinta-feira, 29 de setembro de 2016

ALGUIM PIDI COBA MAL, MÁ I SOBRAL DIA 27

NÔ RATCHAL TOK

CONSELHO DE MINISTROS DOIS DIAS SEM QUALQUER SOLUÇÃO

JOMAV ESTÁ A CAUCIONAR O PAÍS. mÁ NÔ NA MITIL PÉ... MUNTRUS

COM BACIRO DJÁ RESOLVIDO, O NOSSO FUTURO DESAFIO É DEITAR JOMAV NO CHÃO

SERÁ LUTA ENTRA A VERDADE E A MENTIRA. JOMAV QUER PERPETUAR NO PODER COM BASE NAS MENTIRAS.
O PRÓXIMO GOVERNO VAI COMEÇAR A TER A GUERRA DE JOMAV A PARTIR DO TERCEIRO MÊS.

AI DEUS, ANTA BU CA GOSTA NAM DI NÓS? TIRA JOMAV NA VIA MÁS FÁCIL E LOGO NA PRIMEIRA OPORTUNIDADE.

Banditismo: Tem a palavra JOMAV e a sua seriedade

A Westafrika não existe legalmente nem na Alemanha nem na Guiné-Bissau. Teme-se que os seus membros se queiram aproveitar das fragilidades da Guiné-Bissau, para daí tirarem benefícios ou para o branqueamento de capitais. Apesar de não existir legalmente, a Westafrika foi apresentada ao Governo e ao Presidente da Guiné-Bissau a 26 de agosto último, por um grupo de cidadãos alemães.


Fonte do sistema judiciário guineense, contactada pela DW, que pede o anonimato, teme que este grupo se queira aproveitar das fragilidades da Guiné-Bissau, para daí tirar benefícios ou pior, para o branqueamento de capitais.



Um dos cidadãos alemães, de nome Andreas Brandl, que esteve na apresentação da Westafrika na presidência da República em Bissau, é portador dum passaporte diplomático da Guiné-Bissau. Tem escritório na embaixada guineense em Berlim e está a pagar os custos do funcionamento da embaixada, segundo fontes da própria embaixada ouvidas pela DW África. Andreas Brandl também está a ser investigado pela justiça alemã, em vários casos de fraude contra centenas cidadãos alemães.



As investigações foram confirmadas à DW pela procuradoria da cidade alemã de Heilbronn. Brandl é acusado de ter burlado investidores na sua função de diretor da empresa de energia solar Neckermann Neue Energien AG. Oficialmente não tem funções na fundação Westafrika, mas esteve presente na sua apresentação em Bissau. E a própria fundação tem o endereço físico idêntico ao do escritório de Andreas Brandl e da Embaixada da Guiné-Bissau em Berlim: Kronenstrasse 72.



O alegado presidente oficial da fundação Westafrika, Olaf Baumgarten, é um empresário que atua na área da venda de lenhas e madeiras. Contactado pela DW África, admite que o processo de legalização da fundação, que se arrasta há dois anos, ainda não foi concluído. Baumgarten também esteve presente na delegação da fundação Westafrika que se apresentou em Bissau, no passado dia 26 de agosto, juntamente com um funcionário do escritório de representação da Embaixada da Alemanha de Dakar.



Diplomacia alemã apoia ou não a Westafrika?



Os alemães reuniram-se com o primeiro-ministro, Baciro Djá, assim como com o Presidente da Guiné-Bissau, José Mário Vaz, prometendo apoiar o país com um contentor de medicamentos e equipamentos hospitalares e na reabilitação de uma escola na vila de Bula, num valor total de 350 mil euros – informação divulgada na rede social Facebook, pela empresa de comunicação que trabalha para a alegada fundação.



Contactado pela DW África, o ministério dos Negócios Estrangeiros alemão diz que a fundação Westafrika não conta com o apoio da Embaixada da Alemanha. O funcionário do escritório da embaixada de Dakar terá apenas estado "presente aquando a entrega de uma dádiva", em Bissau. No entanto, em conversa com a DW, o presidente da fundação Westafrika, Olaf Baumgarten, salientou o "valioso apoio" prestado pela embaixada alemã.



Justiça inoperante perante casos cabeludos



Para o magistrado do Ministério Público da Guiné-Bissau, casos como estes são complicados de investigar. Sobre o uso indevido de documentos de identificação da Guiné-Bissau, por parte de indivíduos que estão a ser investigados pela justiça em outros países, o magistrado Júlio Vieira Nsumbo entende que “as instituições do Estado [guineense] estão em conluio com esses supostos empresários”.



“São concedidos indevidamente documentos da Guiné-Bissau, prejudicando o bom nome do país. Dão-se passaportes diplomáticos a pessoas estrangeiras que não têm esse direito na lei guineense”, lamenta o magistrado guineense.



Além disso, mesmo que se iniciem investigações a este tipo de casos, dificilmente há resultados concretos, segundo Júlio Vieira Nsumbo. “Há poucas denúncias que são levadas aos tribunais e há poucos casos que chegam ao fim. Vendo as estatísticas, podemos ficar com a ideia que o fenómeno de branqueamento de capitais não existe na Guiné-Bissau, porque não há condições para proceder a investigações. Usam dinheiro sujo no circuito comercial ou de caridade para poderem retirar dividendos que aparentam ser lícitos”, afirma o magistrado.



No entender do magistrado Julião Nsumbo, o aparecimento em cena de falsos cooperantes tem prejudicado muito o Estado da Guiné-Bissau. “Há uma sensação de impunidade no sector da justiça, que se tem revelado incapaz de fazer face a esses fenómenos.”



Por um lado, “o investimento estrangeiro cria riqueza, cria emprego, mas não podemos ao desbarato entender que há efeitos benéficos nesses investimentos e pôr em causas interesses fundamentais do país”, avalia Julião Nsumbo, que defende que o Estado guineense deve tomar mais atenção no relacionamento com pessoas que na realidade não conhece. A DW África tentou, sem êxito, abordar o assunto com o Governo guineense, assim como com a presidência da República.

Os 15 serão perdoados ou não? DSP muito diferente do JOMAV

A crise dos 15 em relação ao Governo do PAIGC iniciou em Dezembro passado. O partido fez-lhes frente e foram encostados onde deviam estar. 10 meses depois, provou-se que não são capazes de vencer o partido. Apesar do total apoio de JOMAV e da Constituição da República, não conseguiram atingir os seus intentos. A Liderança do PAIGc e todos os militantes esteve a altura de defender a coerência e os valores do partido.

Chamados a sede
O que é que mudou? Mudou o carácter das pessoas. A decisão inicial do PAIGC é a expulsão e ela ainda pode verificar. Mas crise está a ser mediada. Acontece que na última mediação, todos pediram o PAIGc para atenuar. é por esta razão que, o partido conhecendo o seu alcance e a sua dimensão, abriu para ouvir se eles vão arrepender. Se não mostrarem arrependiemnto, a luta vai continuar.

Baciro djá disse que vai recorrer a decisão do Supremo do Tribunal para aprovar o seu Programa do Governo

Baciro Djá, tu ainda achas que consegues governar...

quarta-feira, 28 de setembro de 2016

IGREJA: Pretende pedir Certificado de Virgindade às mulheres para poderem Casar

Notícias não oficiais circulando nas redes sociais desde o começo do ano, apontam que o Papa Francisco teria anunciado que a partir do próximo ano todos os casamentos a serem celebrados pela Igreja Católica, teriam como condição a noiva ter que apresentar um atestado de um ginecologista afirmando que ela é virgem.
A decisão trata de argumentar que o Papa quer que as mulheres entrem ‘puras’ no casamento, como ditado pelos costumes religiosos, mais espera-se que esta medida só irá afectar aqueles que realmente quiserem (não será obrigatório).
Os mesmos rumores adiantam que o Sumo pontífice da igreja católica, sugeriu ainda, que as meninas que já não são virgens poderão casar-se, mas o seu vestido de noiva não poderá ser de cor branca, teriam de usar um vestido colorido, supostamente para dar a entender que a pessoa já não é ‘pura’. O mesmo esclareceu que este certificado não será solicitado aos homens.
Se o insólito for verdade, estima-se que o número de casamentos religiosos em Angola venha reduzir drasticamente!

fonte: notícias na hora

CAN 2017 - SORTEIO EM OUTUBRO

Djurtus no pote 4
O sorteio do Campeonato Africano das Nações CAN2017 realiza-se no próximo mês de Outubro, em Libreville, no Gabão, com Guiné-Bissau no pote 4, segundo divulgou esta terça-feira a CAF.
Assim, a Guiné-Bissau está inserida no mesmo pote de Togo, Uganda e Zimbabwe, apurou a Rádio Jovem.
Confira potes:
– Pot 1 : Gabon, Côte d’Ivoire, Ghana, Algérie
– Pot 2 : Tunisia, Mali, Burkina Faso, RD Congo
– Pot 3 : Cameron, Senegal, Marrocos, Egipto
– Pot 4 : Togo, Uganda, Zimbabwe, Guiné-Bissau
Rádio Jovem/ Lassana Fati

JOMAV E AS SUAS VIAGENS...

O governo da Guiné-Bissau quer entregar a mais alta distinção do Estado, a medalha Amílcar Cabral, ao presidente de Cuba, Raúl Castro, e ao antigo líder, Fidel Castro, lê-se no comunicado da reunião de Conselho de Ministros de terça-feira.
A proposta sujeita ao aval do Presidente da República pretende distinguir "personalidades e entidades que têm dado contributos válidos para o reforço do desenvolvimento e valorização" do país.
Cuba foi um dos aliados da Guiné-Bissau na luta pela independência de Portugal, na década de 1960 e até 1975, e tem mantido no país ações de apoio em várias áreas, como a saúde e educação - acolhendo também muitos quadros guineenses para formação.
O governo decidiu ainda propor ao chefe de Estado a atribuição de diploma de mérito de Grau Honra e respetiva medalha "aos internacionalistas cubanos que participaram na luta pela independência", assim como "nos esforços para a reconstrução nacional".
O Conselho de Ministros propôs ainda a entrega da medalha de Ordem Nacional Mérito e Cooperação à brigada médica cubana, ao presidente da Comissão da União Económica e Monetária Oeste-Africana (UEMOA) e ao presidente do Banco Oeste Africano de Desenvolvimento (BOAD).
O Presidente da República, José Mário Vaz, viaja hoje para Cuba para uma visita oficial que deverá durar até 01 de outubro, disse à Lusa fonte da presidência guineense.
Lusa

jomav É UM INCOERENTE ASSUMIDO. DIZ QUE AS PESSOAS FAZEM CALCULISMO, ELE TALVEZ O QUE FAZ É IMAGINISMO. DE NOVO NOS PAÍSES DE DITADURA, VAI A GAMBIA VISITAR UM IRMÃO QUE NÃO VIA HÁ MUITO TEMPO

José Mário Vaz disse hoje, em curtas declarações aos jornalistas, no aeroporto de Bissau, que vai à Gâmbia visitar um amigo irmão que não via há muito tempo.
O Presidente guineense faz uma visita de duas horas ao Yahya Jammeh, em Banjul e disse à imprensa que brevemente deverá visitar Alpha Condé, Presidente da Guiné-Conacri.
Nesta quarta-feira, José Mário Vaz desloca-se a Cuba para uma visita oficial.